Gestão de contratos na Arteris com Projuris Empresas

Veja como a gestão de contratos centralizada apoia o jurídico da Arteris, reduz retrabalho e melhora controle, prazos e relatórios.

user Tiago Fachini calendar--v1 25 de julho de 2016 connection-sync 29 de julho de 2026

Gestão de contratos é o controle estruturado da criação, aprovação, execução, alteração, assinatura e arquivamento de contratos, nos termos do art. 421 do Código Civil (Lei 10.406/2002). Na prática, ela reduz riscos, organiza responsabilidades e dá rastreabilidade às decisões do departamento jurídico.

A Arteris é uma das maiores companhias do setor de concessões de rodovias do Brasil, com mais de 3.250 km em operação, segundo as informações institucionais registradas no post original. A empresa administra concessionárias estaduais paulistas, como Autovias, Centrovias, Intervias e Vianorte, além de concessionárias federais como Autopista Fernão Dias, Autopista Regis Bittencourt, Autopista Litoral Sul, Autopista Planalto Sul e Autopista Fluminense.

Uma operação desse porte exige documentos padronizados, fluxos de aprovação, controle de prazos, histórico de alterações e relatórios confiáveis. Em empresas concessionárias, a rotina contratual também se conecta à Lei 8.987/1995, que trata do regime de concessão e permissão de serviços públicos, e aos deveres de regularidade, continuidade, eficiência e segurança na prestação do serviço.

Neste relato, as Dras. Flávia Mattioli Tâmega e Juliana de Menezes Fragoso, do jurídico da Arteris, explicam como a empresa passou a usar o software Projuris Empresas para centralizar contratos, processos, requisições e informações gerenciais. A entrevista original foi preservada e ampliada com contexto jurídico, operacional e tecnológico para departamentos jurídicos corporativos.

Como a Arteris chegou à decisão de adotar um software jurídico?

A decisão de adotar um software jurídico costuma nascer quando planilhas, pastas locais e controles descentralizados deixam de oferecer segurança, velocidade e visão gerencial. No caso da Arteris, a existência de várias empresas, obras e serviços exigia uma base única para documentos, contratos, prazos, fluxos e relatórios executivos.

Flávia: A Arteris é composta por 12 empresas, incluindo a holding. Essas empresas realizam milhares de obras e serviços. Não possuíamos um sistema que arquivasse tudo isso em um único banco de dados.

Antes da centralização, cada empresa mantinha controle próprio de documentação. Esse modelo dificulta auditorias, aumenta a chance de versões divergentes e impede que o jurídico saiba, com rapidez, quais contratos estão vigentes, quais aguardam assinatura, quais vencem em curto prazo e quais contêm obrigações críticas.

Em contratos empresariais, esse controle conversa diretamente com o art. 422 do Código Civil (Lei 10.406/2002), que exige boa-fé e probidade na conclusão e na execução dos contratos. Sem histórico confiável, a empresa perde capacidade de comprovar negociações, aprovações, notificações, aditivos e cumprimento de obrigações assumidas.

No início de 2014, a Arteris passou a avaliar um sistema para armazenar o banco de dados de contratos. A ideia evoluiu para um projeto mais amplo, envolvendo boas práticas de gestão contratual, workflow, aprovações internas e acompanhamento de processos. A necessidade de gerir processos jurídicos reforçou a escolha por uma solução integrada.

Flávia: Somado a outra necessidade da empresa, que era a gestão de processos, chegamos ao ProJuris Empresas, que conseguiu abarcar todas as nossas necessidades. Depois de algumas reuniões com a equipe ProJuris, decidimos que o produto era ideal para nossa demanda, possibilitando fácil entendimento e adesão.

Quais problemas jurídicos a falta de centralização pode gerar?

A falta de centralização contratual pode gerar perda de prazos, falhas de aprovação, descumprimento de cláusulas, duplicidade de documentos, assinaturas inválidas e dificuldade probatória em disputas. Para o jurídico corporativo, o problema não é apenas administrativo, pois a desorganização pode aumentar risco financeiro, regulatório e reputacional.

Quando contratos ficam espalhados em e-mails, unidades locais ou pastas sem controle de versão, a empresa pode executar uma minuta superada, deixar de exigir garantia, ignorar reajuste previsto ou perder prazo de rescisão. Em contratos de obras e serviços, esses erros podem impactar cronogramas, seguros, medições, retenções, multas e pagamentos.

O Código Civil (Lei 10.406/2002) disciplina consequências relevantes. O art. 389 prevê perdas e danos, juros, atualização monetária e honorários em caso de inadimplemento. O art. 395 trata da mora. O art. 475 permite à parte lesada pedir resolução do contrato, se a outra parte não cumprir a obrigação. Esses dispositivos mostram por que o controle operacional tem reflexo jurídico direto.

Em eventual litígio, a prova documental ganha peso. O art. 369 do CPC (Lei 13.105/2015) permite às partes empregar meios legais e moralmente legítimos para provar a verdade dos fatos. Já o art. 434 do CPC (Lei 13.105/2015) orienta que documentos destinados à prova sejam apresentados com a petição inicial ou a contestação. Se a empresa não localiza documentos essenciais, sua estratégia processual perde força.

A jurisprudência também reforça a relevância da documentação. A Súmula 5 do STJ limita o reexame de cláusulas contratuais em recurso especial, e a Súmula 7 do STJ impede o reexame de provas nessa mesma via. Na prática, contratos, aditivos, comunicações e aprovações precisam estar bem organizados desde a origem, não apenas quando surge o conflito.

Como a experiência com o Projuris Empresas mudou a rotina da Arteris?

A experiência relatada pela Arteris mostra que um software jurídico muda a rotina quando deixa de ser apenas repositório e passa a funcionar como ferramenta de gestão. Relatórios, gráficos, permissões de acesso e workflow permitem que o departamento jurídico atue com dados, não somente por demanda reativa.

Juliana: A evolução foi muito grande. Hoje conseguimos gerar gráficos e apresentar informações. O sistema é muito didático. As pessoas que usam o ProJuris podem gerar seus próprios relatórios.

Esse ponto tem efeito prático relevante: quando áreas internas acessam informações de seus próprios contratos, o jurídico deixa de responder solicitações repetitivas sobre status, assinatura, prazo ou localização de documento. A área jurídica passa a concentrar energia em análise de risco, negociação, governança, contencioso estratégico e apoio à tomada de decisão.

Em empresas com muitas unidades, a autonomia controlada das áreas reduz gargalos. O jurídico define modelos, campos obrigatórios, alçadas, responsáveis e trilhas de aprovação. As áreas solicitantes acompanham a evolução da requisição e consultam relatórios sem depender de troca informal de mensagens. Esse modelo cria transparência com segurança.

A entrevista original também conectou o tema à análise de dados. Na segunda edição da Revista Projuris, a Projuris tratou de Big Data jurídico e da capacidade de transformar informações armazenadas em oportunidades para a empresa. Em gestão de contratos, isso significa cruzar dados sobre valores, fornecedores, prazos, unidades, tipos de contrato, aditivos e riscos recorrentes.

Com dados bem classificados, o jurídico pode responder perguntas objetivas: quantos contratos vencem em 90 dias, quais fornecedores concentram maior volume financeiro, quais áreas demandam mais aditivos, quais cláusulas geram mais negociação e onde ocorrem atrasos no workflow. Essas respostas apoiam planejamento, orçamento e prevenção de litígios.

Que informações a Arteris passou a analisar com a gestão de contratos?

Com a gestão de contratos centralizada, a Arteris passou a analisar relatórios gerenciais sobre número de contratos, contratações em andamento, distribuição por concessionária e evolução do trabalho. Essa visão global permite comparar unidades, acompanhar gargalos e tomar decisões com base em dados atualizados.

Flávia: Os relatórios gerenciais gerados agora permitem uma visão global do número de contratos. Eles contribuem muito para a nossa gestão, constituindo um diferencial não apenas para o jurídico.

Os gestores passaram a ter visão global de todas as concessionárias e de todas as contratações em andamento. Para uma empresa que administra rodovias, esse controle tem conexão com obras, manutenção, tecnologia, atendimento ao usuário, segurança operacional, fornecedores e obrigações regulatórias. Um contrato atrasado pode afetar mais do que uma área administrativa.

Flávia: Esse foi o grande diferencial que fez o sistema ganhar adesão. Nenhum contrato é feito fora do ProJuris.

A frase resume um princípio de governança: se o contrato não entra no fluxo oficial, a empresa não consegue medir risco, aprovar corretamente, controlar vencimento nem comprovar versão final. Por isso, muitos departamentos jurídicos adotam uma regra simples: requisição, minuta, revisão, aprovação, assinatura, arquivamento e acompanhamento devem ocorrer no mesmo ambiente ou em sistemas integrados.

Um procedimento contratual maduro costuma seguir etapas claras. Primeiro, a área solicitante preenche a requisição com objeto, valor, prazo, fornecedor, centro de custo e justificativa. Depois, o jurídico avalia minuta, riscos e cláusulas obrigatórias. Em seguida, áreas de compras, compliance, financeiro e diretoria aprovam conforme alçada. Por fim, ocorre a assinatura, o arquivamento e o monitoramento de obrigações.

Esse fluxo também ajuda no cumprimento da Lei 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados. Contratos que envolvem dados pessoais devem prever papéis das partes, finalidade do tratamento, medidas de segurança, confidencialidade, subcontratação e comunicação de incidentes. Sem gestão centralizada, cláusulas de proteção de dados podem ficar ausentes ou inconsistentes entre áreas.

Quanto tempo a digitalização de contratos pode economizar?

A digitalização de contratos economiza tempo ao eliminar deslocamentos físicos, reduzir busca manual por documentos, automatizar aprovações e permitir assinatura eletrônica. No relato da Arteris, a percepção foi de redução aproximada de metade do tempo, embora a empresa não tenha apresentado medição estatística formal.

Flávia: Não consigo dimensionar com precisão, mas tivemos uma redução, digamos, da metade do tempo.

Essa redução costuma aparecer em tarefas repetitivas: localizar minuta, checar responsável, reenviar versão, colher aprovação, acompanhar assinatura e consolidar relatório. Em um fluxo manual, cada etapa depende de e-mails, planilhas e lembretes individuais. Em um workflow digital, o sistema registra status, responsável, data, pendência e histórico.

O ganho de tempo também tem reflexo jurídico. Aprovações registradas reduzem discussões sobre poderes internos. Histórico de versões ajuda a identificar quem alterou cláusulas. Alertas de vencimento evitam renovação tácita indesejada ou perda de janela para denúncia. Relatórios periódicos mostram contratos parados e permitem ação antes que o atraso gere impacto financeiro.

Para transformar percepção em indicador, o departamento jurídico pode medir prazo médio entre requisição e primeira análise, prazo entre aprovação e assinatura, número de devoluções por falta de informação, contratos vencidos sem providência e volume de contratos por analista. Esses indicadores ajudam a ajustar equipes, modelos, campos obrigatórios e alçadas.

Todos podem acompanhar a gestão de contratos com segurança?

Todos podem acompanhar a gestão de contratos quando o sistema define perfis de acesso, trilhas de auditoria e permissões por função. A transparência não significa acesso irrestrito; ela exige que cada usuário veja as informações necessárias para sua atuação, sem expor dados sigilosos ou estratégicos.

Flávia: O módulo de contratos envolve duas partes dentro do sistema: requisições e contratos. Todos os gestores das áreas podem acompanhar.

Juliana: A informação não fica concentrada somente numa área. Todo mundo tem acesso à informação de uma forma transparente. Transparência é o que toda empresa procura.

A transparência contratual precisa respeitar sigilo, proteção de dados e estratégia empresarial. Contratos podem conter dados pessoais, segredos comerciais, preços, condições de negociação, penalidades e informações sensíveis. A LGPD (Lei 13.709/2018) exige medidas de segurança, técnicas e administrativas para proteger dados pessoais contra acessos não autorizados, conforme art. 46.

Por isso, a governança de acesso deve prever perfis. A área solicitante pode acompanhar status e documentos do contrato que originou. O jurídico pode editar minutas, controlar cláusulas e emitir parecer. A diretoria pode aprovar conforme alçada. O financeiro pode consultar valores e pagamentos. O compliance pode avaliar fornecedores, conflitos de interesse e integridade.

A Arteris informou, na entrevista original, que 295 pessoas utilizavam o ProJuris. Em operações desse porte, o controle de usuários evita concentração excessiva no jurídico e cria corresponsabilidade. A área jurídica continua como guardiã técnica, mas os gestores assumem papel ativo no fornecimento de informações e no cumprimento das obrigações contratuais.

Como o Projuris Empresas apoia a gestão de pessoas no jurídico?

O apoio à gestão de pessoas ocorre quando o software registra atividades, prazos, responsáveis e tempos de workflow. O jurídico consegue identificar gargalos, equilibrar carga de trabalho, acompanhar produtividade e verificar se requisições e análises cumprem os prazos internos definidos pela governança da empresa.

Flávia: Falando pelo jurídico, o ProJuris ajuda no controle de atividades. Você consegue, por meio do histórico, registrar e identificar se os profissionais estão atendendo prazos e tempos de workflow de requisições. Esse controle ocorre facilmente.

Esse tipo de registro também protege a área jurídica. Sem histórico, atrasos podem ser atribuídos ao jurídico mesmo quando a pendência estava com área solicitante, fornecedor, diretoria ou assinatura externa. Com workflow, a empresa identifica exatamente onde o processo parou e por quanto tempo permaneceu em cada etapa.

Na prática, a gestão de contratos permite avaliar não só produtividade, mas qualidade da demanda. Se muitas requisições retornam por falta de informação, o problema pode estar no formulário inicial. Se uma alçada aprova lentamente, pode ser necessário revisar substitutos. Se uma cláusula sempre gera negociação, o modelo contratual pode exigir revisão preventiva.

Por que a assinatura digital tornou-se indispensável para a Arteris?

A assinatura digital tornou-se indispensável porque completa o ciclo eletrônico do contrato: requisição, análise, aprovação, assinatura e arquivamento. No Brasil, sua validade jurídica se apoia na MP 2.200-2/2001, na Lei 14.063/2020 e nas regras aplicáveis à identificação eletrônica das partes.

Flávia: Nós não assinaremos mais contratos fisicamente. Está em andamento a implementação da assinatura digital. Nossa ideia para o futuro é que todo o workflow de contratos, assinatura e demais etapas seja feito eletronicamente pelo ProJuris. Esta é uma grande evolução. É um caminho sem volta.

A MP 2.200-2/2001 instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, a ICP-Brasil, para garantir autenticidade, integridade e validade jurídica de documentos eletrônicos. A Lei 14.063/2020 classificou assinaturas eletrônicas em simples, avançada e qualificada, conforme o nível de identificação e segurança. A escolha do tipo de assinatura deve considerar risco, valor, natureza do contrato e exigências legais específicas.

A adoção de assinatura digital reduz impressão, logística, extravio e demora na coleta de assinaturas. Também permite registrar data, identidade, certificado, evidências técnicas e integridade do documento. Em eventual disputa, esses elementos ajudam a demonstrar que as partes manifestaram vontade e que o conteúdo assinado não foi alterado após a assinatura.

Para empresas, o procedimento recomendado inclui validar poderes de representação, definir tipos de assinatura aceitos, manter trilha de auditoria, arquivar documento final em repositório seguro e vincular alertas de obrigações. Contratos com órgãos públicos, concessões, garantias ou exigências regulatórias podem demandar cuidados adicionais antes da assinatura eletrônica.

Quais aprendizados o caso Arteris oferece ao departamento jurídico?

O caso Arteris mostra que a tecnologia jurídica gera valor quando combina governança, adesão das áreas, dados confiáveis e controle de ponta a ponta. A ferramenta sozinha não resolve a operação; ela precisa refletir regras internas, responsabilidades, prazos e critérios jurídicos claros.

O primeiro aprendizado é centralizar a entrada das demandas. Se áreas continuam contratando por caminhos paralelos, o sistema perde confiabilidade. O segundo é padronizar informações mínimas da requisição. Objeto, prazo, valor, fornecedor, área responsável, documentos anexos e justificativa devem entrar antes da análise jurídica.

O terceiro aprendizado é transformar dados em decisão. Gráficos e relatórios não servem apenas para apresentação institucional. Eles indicam gargalos, riscos recorrentes, volume por área, contratos próximos do vencimento e oportunidades de padronização. O quarto é integrar gestão de contratos, processos, assinatura e obrigações para reduzir retrabalho.

O quinto aprendizado envolve cultura. A frase “Nenhum contrato é feito fora do ProJuris” indica adesão interna. Quando gestores acompanham suas requisições, o jurídico se comunica melhor com outras áreas e a empresa ganha previsibilidade. A tecnologia passa a funcionar como infraestrutura de governança, não como controle isolado do departamento jurídico.

Departamentos jurídicos que desejam seguir caminho semelhante podem mapear o fluxo atual, listar riscos, definir indicadores, revisar modelos contratuais, criar matriz de alçadas, treinar usuários e medir resultados após a implantação. Para conhecer a solução citada no caso, acesse Projuris Empresas. Agende uma demonstração gratuitamente.

Perguntas frequentes sobre gestão de contratos

O que é gestão de contratos?

Gestão de contratos é o controle do ciclo contratual, desde a requisição e elaboração da minuta até assinatura, execução, aditivos, vencimentos e encerramento. Ela organiza responsabilidades, reduz perda de prazos e melhora a prova documental em auditorias, negociações e litígios.

Por que a gestão de contratos é relevante para o departamento jurídico?

Gestão de contratos é relevante porque permite ao jurídico atuar de forma preventiva, com dados sobre prazos, riscos, aprovações e obrigações. Sem esse controle, a empresa pode perder documentos, assinar versões incorretas, descumprir cláusulas e enfrentar dificuldades probatórias.

Quais etapas fazem parte de um fluxo de contratos?

Gestão de contratos normalmente inclui requisição, análise jurídica, negociação, aprovação por alçadas, assinatura, arquivamento, acompanhamento de obrigações, aditivos e encerramento. Cada etapa deve ter responsável, prazo, documentos obrigatórios e registro de histórico para garantir rastreabilidade.

Assinatura digital tem validade jurídica em contratos empresariais?

Gestão de contratos pode usar assinatura digital com validade jurídica, conforme a MP 2.200-2/2001 e a Lei 14.063/2020. A empresa deve escolher o nível de assinatura adequado ao risco, identificar signatários, preservar evidências e manter o documento íntegro.

Como medir eficiência na gestão de contratos?

Gestão de contratos pode ser medida por prazo médio de análise, tempo até assinatura, contratos vencidos, requisições devolvidas, volume por área, aditivos por fornecedor e pendências por etapa. Esses indicadores mostram gargalos e ajudam o jurídico a ajustar processos.

Um software jurídico substitui a análise do advogado?

Gestão de contratos com software jurídico não substitui a análise do advogado. A tecnologia organiza fluxos, documentos, prazos e relatórios, enquanto o profissional avalia riscos, negocia cláusulas, interpreta leis e define estratégias conforme o caso concreto.

Em conclusão, a gestão de contratos da Arteris mostra como centralização, workflow, relatórios e assinatura digital podem tornar o departamento jurídico mais integrado ao negócio. Quando todas as áreas usam o mesmo fluxo, a empresa ganha controle, transparência, rastreabilidade e melhores condições para cumprir obrigações legais e contratuais.

Tiago Fachini - Especialista em marketing jurídico

Mais de 300 mil ouvidas no JurisCast. Mais de 1.200 artigos publicados no blog Jurídico de Resultados. Especialista em Marketing Jurídico. Palestrante, professor e um apaixonado por um mundo jurídico cada vez mais inteligente e eficiente. Siga @tiagofachini no Youtube, Instagram e Linkedin.

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