Como criar um evento de conferências no escritório de advocacia?

Evento de conferências no escritório de advocacia: veja limites da OAB, LGPD, planejamento, execução e métricas.

user Tiago Fachini calendar--v1 20 de outubro de 2016 connection-sync 11 de agosto de 2026

Evento de conferências no escritório de advocacia é uma ação de publicidade profissional informativa, nos termos do art. 2º do Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB. Na prática, o escritório pode educar clientes e mercado, desde que evite captação indevida, mercantilização e promessa de resultado.

William Glasser foi um psiquiatra americano, nascido em Cleveland, em 1925, e faleceu em 2013. Sua obra ficou associada à aprendizagem ativa: pessoas tendem a fixar melhor o conteúdo quando discutem, praticam e ensinam. Para a advocacia, esse raciocínio ajuda a explicar o valor de encontros presenciais ou digitais.

Um evento jurídico bem estruturado não precisa ter aparência comercial. Ele pode traduzir mudanças legislativas, orientar departamentos internos, aproximar profissionais de áreas correlatas e gerar autoridade técnica. O ponto decisivo está na finalidade: informar com precisão, não oferecer serviço de modo ostensivo.

Por que realizar um evento de conferências no escritório de advocacia?

Um evento de conferências aproxima o escritório do público certo por meio de educação jurídica, troca técnica e relacionamento institucional. Quando segue as regras da OAB, ele fortalece reputação, melhora a comunicação com clientes e reduz dúvidas recorrentes sobre temas legais complexos.

Na prática, conferências funcionam bem para temas que exigem contexto. Mudanças em compliance trabalhista, contratos empresariais, proteção de dados, recuperação de crédito, planejamento sucessório e contencioso estratégico costumam gerar perguntas repetidas. Uma apresentação organizada permite responder a essas dúvidas com método e segurança.

O escritório também ganha repertório sobre as dores do mercado. As perguntas feitas pelos participantes revelam gargalos de linguagem, setores mais afetados e riscos pouco percebidos. Esse retorno pode orientar artigos, informativos, treinamentos internos e novos materiais técnicos, sem transformar o encontro em abordagem comercial.

Há ainda um efeito de confiança. Diferentemente de uma peça publicitária, a conferência mostra a forma de raciocínio do advogado, sua capacidade de síntese e seu cuidado com riscos. Isso reforça autoridade, mas não autoriza promessa de êxito, comparação com concorrentes ou indução direta à contratação.

Quais limites éticos a OAB impõe aos eventos jurídicos?

A OAB permite publicidade profissional de caráter informativo, mas veda captação de clientela, mercantilização da profissão e autopromoção incompatível com a advocacia. O planejamento do evento deve observar o Estatuto da Advocacia, o Código de Ética e Disciplina e o Provimento 205/2021.

O art. 39 do Código de Ética e Disciplina da OAB determina que a publicidade profissional tenha caráter meramente informativo, com discrição e sobriedade. O art. 40 do mesmo diploma veda práticas como divulgação em conjunto com outra atividade, promessa de resultado e uso de meios promocionais inadequados.

O Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB atualizou a disciplina do marketing jurídico. O art. 3º admite marketing de conteúdos jurídicos e publicidade ativa, desde que a comunicação mantenha caráter informativo e não configure captação. O art. 4º reforça a vedação a referências a valores, gratuidade como chamariz e promessa de resultados.

O Estatuto da Advocacia, Lei 8.906/1994, também deve orientar o evento. O art. 34 trata das infrações disciplinares, e o art. 35 prevê sanções como censura, suspensão, exclusão e multa. Um convite agressivo, com linguagem de urgência ou promessa de solução, pode gerar apuração ética.

O que pode ser feito na divulgação?

O escritório pode divulgar tema, data, currículo profissional objetivo, público-alvo, formato, carga horária e canal de inscrição. Também pode informar que o evento tratará de alterações legislativas, rotinas preventivas ou impactos práticos de decisões judiciais, desde que não personalize promessa de solução para casos concretos.

O que deve ser evitado na divulgação?

Evite expressões como “garanta seus direitos agora”, “resolva seu problema”, “atendimento gratuito ao final” ou “recupere valores”. Também não convém publicar ranking de causas, resultados obtidos, depoimentos de clientes sobre casos concretos ou comparações com outros escritórios.

Como escolher tema, público e formato do evento?

A escolha do tema deve partir de uma necessidade jurídica concreta do público, não apenas da área que o escritório deseja promover. O melhor tema une relevância legal, oportunidade regulatória e capacidade do time de explicar riscos, prazos e providências de forma objetiva.

Para empresas, bons recortes costumam envolver obrigações com prazo definido. Exemplos: adequação à Lei Geral de Proteção de Dados, Lei 13.709/2018; gestão de contratos após mudança regulatória; prevenção de passivos trabalhistas; governança societária; e cuidados na contratação de fornecedores. Quanto mais específico o recorte, melhor a qualidade das perguntas.

Para pessoas físicas, temas como inventário, planejamento patrimonial, direitos do consumidor, locação, previdência e família exigem linguagem acessível. Mesmo assim, o palestrante deve evitar consulta individual durante a sessão. Quando surgir pergunta sobre caso concreto, o caminho seguro é responder de modo geral e orientar que a pessoa busque análise jurídica própria.

O formato pode ser presencial, online ou híbrido. Encontros presenciais favorecem networking e debates curtos. Webinars ampliam alcance e reduzem custo. O modelo híbrido exige mais preparo técnico, porque o público remoto precisa conseguir perguntar, ouvir e acessar materiais com a mesma clareza dos participantes no local.

Como organizar um evento de conferências no escritório de advocacia?

Organizar um evento exige método: objetivo, pauta, cronograma, responsabilidades, base legal de tratamento de dados, divulgação ética e rotina de acompanhamento. Um checklist simples evita improvisos e protege o escritório contra riscos de imagem, falhas técnicas e descumprimento de normas profissionais.

  1. Defina o objetivo: escolha entre educar clientes atuais, atualizar parceiros, aproximar departamentos jurídicos ou apresentar mudança legislativa. O objetivo deve caber em uma frase e orientar toda a pauta.
  2. Escolha o público-alvo: delimite cargo, setor, nível de conhecimento e principal dor jurídica. Uma conferência para diretores financeiros não usa a mesma linguagem de um treinamento para recursos humanos.
  3. Monte a pauta: organize abertura, contexto legal, consequências práticas, exemplos, perguntas e encerramento. Reserve tempo para dúvidas, mas deixe claro que o evento não substitui consulta jurídica individual.
  4. Distribua responsabilidades: nomeie responsáveis por conteúdo, convites, inscrições, recepção, tecnologia, registro de presença, certificados e comunicação posterior.
  5. Revise materiais: slides, e-mails, landing page e convites devem passar por revisão jurídica e ética. A linguagem precisa ser informativa, precisa e sóbria.
  6. Planeje prazos: use 45 dias para definição de tema e palestrantes, 30 dias para convites, 15 dias para confirmação de inscritos, 7 dias para testes técnicos e 1 dia para checagem final.
  7. Documente consentimentos: informe como os dados serão usados, por quanto tempo serão guardados e como o participante pode solicitar exclusão ou correção.

Esse processo também ajuda a padronizar eventos futuros. Após a primeira edição, o escritório pode transformar o checklist em procedimento interno, com modelos de convite, termo de inscrição, autorização de imagem e roteiro de apresentação.

Quais documentos devem ser preparados?

A Lei Geral de Proteção de Dados, Lei 13.709/2018, exige base legal para tratamento de dados pessoais. Em eventos, o escritório normalmente coleta nome, e-mail, cargo, empresa e telefone. O art. 7º da LGPD prevê hipóteses como consentimento, execução de contrato e legítimo interesse, conforme o caso.

Se houver captação de imagem, gravação ou transmissão, use aviso prévio claro. A Constituição Federal de 1988 protege imagem, honra e intimidade no art. 5º, incisos V e X. A Súmula 403 do STJ reconhece que o uso não autorizado de imagem com finalidade econômica ou comercial pode gerar indenização independentemente de prova do prejuízo.

Quando o evento usa apostilas, slides, gráficos ou artigos de terceiros, a Lei 9.610/1998 deve ser observada. O art. 7º protege obras intelectuais, e o art. 29 trata da necessidade de autorização para diversas formas de utilização. Citar fonte não substitui autorização quando houver reprodução além dos limites legais.

Como divulgar o evento sem caracterizar captação indevida?

A divulgação deve comunicar utilidade, tema e critérios de participação sem pressionar o destinatário. O convite pode ser enviado a contatos institucionais, clientes, parceiros e interessados cadastrados, desde que respeite consentimento, opt-out e linguagem compatível com a sobriedade exigida pela advocacia.

Um bom convite informa: “Conferência sobre impactos da reforma tributária nos contratos empresariais, com abordagem preventiva e espaço para perguntas gerais”. Um convite arriscado diz: “Descubra como reduzir seus impostos agora e fale com nossos especialistas gratuitamente”. A diferença está no tom e na promessa.

Também convém separar comunicação editorial de oferta de serviços. Ao final do evento, o escritório pode agradecer a presença, enviar material complementar e disponibilizar canais institucionais de contato. O que deve evitar é conduzir o participante a uma contratação imediata por medo, urgência artificial ou exposição de vantagens econômicas.

Em campanhas por e-mail, mantenha registro da origem da base. A LGPD exige transparência, finalidade e possibilidade de exercício de direitos pelo titular, conforme arts. 6º, 9º e 18 da Lei 13.709/2018. O descuido pode gerar reclamações, desgaste reputacional e risco administrativo perante a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Como conduzir a conferência no dia do evento?

No dia do evento, a condução deve equilibrar clareza, controle de tempo, escuta ativa e prudência jurídica. A equipe precisa receber participantes, explicar regras, registrar presenças, testar recursos técnicos e orientar perguntas para que o encontro mantenha caráter educativo.

A abertura deve apresentar tema, agenda, palestrantes e avisos. Informe se haverá gravação, como o material será enviado e se as perguntas serão respondidas de forma geral. Essa transparência reduz ruídos e protege tanto participantes quanto escritório.

Durante a exposição, use exemplos práticos sem revelar dados de clientes ou processos. Em vez de narrar um caso identificável, descreva uma situação hipotética: “uma empresa que contrata fornecedor sem cláusula de proteção de dados”. O cuidado preserva sigilo profissional, protegido pelo art. 7º, inciso II, da Lei 8.906/1994.

Na etapa de perguntas, diferencie dúvida geral de consulta individual. Se alguém apresenta documentos, números ou nomes, o palestrante deve interromper com cortesia e explicar que a análise exige ambiente próprio e verificação completa dos fatos. Essa postura evita orientação incompleta e reduz risco ético.

Como medir resultados depois do evento?

A mensuração deve avaliar aprendizado, relacionamento e qualidade da comunicação, não apenas contatos comerciais. Indicadores adequados incluem comparecimento, retenção, perguntas recebidas, avaliação dos participantes, temas sugeridos e volume de dúvidas respondidas com materiais educativos posteriores.

Uma pesquisa de satisfação simples pode perguntar se o conteúdo foi claro, se o tema respondeu às principais dúvidas e quais assuntos merecem aprofundamento. Evite perguntas que induzam contratação imediata. O objetivo é melhorar a experiência e identificar novas pautas de educação jurídica.

O follow-up pode incluir envio de slides, gravação, resumo técnico e convite para receber conteúdos futuros. Se o participante não consentiu com novas comunicações, o escritório deve respeitar essa escolha. A gestão adequada da base fortalece confiança e demonstra maturidade em proteção de dados.

Internamente, registre lições aprendidas. Houve atraso? As perguntas foram mais básicas do que o previsto? O tema estava amplo demais? A equipe comercial ou administrativa entendeu os limites éticos? Essas respostas melhoram a próxima edição e evitam repetição de falhas.

Quais erros podem gerar risco jurídico ou ético?

Os principais riscos surgem quando o evento perde o caráter informativo e passa a funcionar como venda direta de serviços jurídicos. Promessas, descontos, exposição de clientes, uso irregular de dados, gravação sem aviso e respostas individualizadas em público merecem controle rigoroso.

  • Prometer resultado: afirmar que determinada tese “garante êxito” viola a prudência exigida da advocacia e pode induzir o público a erro.
  • Usar casos reais identificáveis: a exposição pode violar sigilo profissional e gerar responsabilidade civil.
  • Coletar dados sem transparência: formulários sem finalidade, política de privacidade ou opção de descadastramento contrariam princípios da LGPD.
  • Transformar perguntas em consulta: responder caso concreto sem análise documental cria risco técnico e pode caracterizar captação.
  • Divulgar gratuidade como isca: o Provimento 205/2021 da OAB veda chamariz incompatível com a dignidade profissional.
  • Reaproveitar imagem sem autorização: fotos e vídeos devem respeitar consentimento, finalidade e prazo de uso.

As consequências podem ir além de desconforto institucional. Dependendo da conduta, o escritório enfrenta representação ética, reclamações de titulares de dados, pedido de indenização por uso de imagem, questionamento contratual e perda de confiança. A prevenção custa menos do que corrigir uma divulgação inadequada.

Perguntas frequentes sobre evento de conferências

Evento de conferências no escritório de advocacia é permitido pela OAB?

Evento de conferências no escritório de advocacia é permitido quando tem finalidade informativa, linguagem sóbria e respeito ao Provimento 205/2021 da OAB. O escritório deve evitar promessa de resultado, consulta individual pública, oferta ostensiva de serviços e qualquer abordagem que configure captação indevida de clientela.

Como divulgar um evento jurídico sem infringir o Código de Ética?

Evento de conferências no escritório de advocacia deve ser divulgado com foco no tema, data, palestrantes, público-alvo e objetivo educacional. A comunicação não deve usar urgência artificial, comparação com concorrentes, depoimentos de clientes, promessa de ganho econômico ou chamadas que pressionem o destinatário a contratar.

Pode gravar e publicar a conferência jurídica?

Evento de conferências no escritório de advocacia pode ser gravado se os participantes receberem aviso prévio e se houver base legal adequada para uso de imagem e dados. Para publicação posterior, prefira autorização específica, informe finalidade, canais de divulgação e prazo de armazenamento do conteúdo.

Quais dados podem ser coletados na inscrição do evento?

Evento de conferências no escritório de advocacia deve coletar apenas dados necessários, como nome, e-mail, cargo e empresa, quando esses campos forem compatíveis com a finalidade. A LGPD exige transparência, indicação de finalidade, segurança, prazo de retenção e canal para exercício dos direitos do titular.

O advogado pode responder dúvidas individuais durante a palestra?

Evento de conferências no escritório de advocacia deve priorizar respostas gerais, porque dúvidas individuais exigem análise de documentos, fatos e riscos específicos. Se a pergunta envolver caso concreto, o palestrante deve explicar a limitação e orientar a busca de atendimento jurídico próprio, sem induzir contratação imediata.

Quais temas funcionam melhor em eventos para clientes empresariais?

Evento de conferências no escritório de advocacia funciona bem com temas empresariais que unem risco prático e mudança normativa, como LGPD, contratos, trabalhista, tributário, compliance, governança e recuperação de crédito. O melhor recorte apresenta consequências, prazos, documentos necessários e medidas preventivas aplicáveis à rotina da empresa.

Como transformar o evento em rotina estratégica do escritório?

Um evento isolado pode gerar boa percepção, mas uma rotina de conferências cria método de relacionamento jurídico. O escritório pode montar calendário trimestral, alternar áreas de prática, reutilizar perguntas como pauta editorial e criar trilhas para públicos diferentes, sempre com revisão ética prévia.

O evento de conferências no escritório de advocacia deve terminar com registro organizado: lista de presença, materiais enviados, consentimentos, perguntas, indicadores e aprendizados. Com esses dados, a equipe melhora o próximo encontro, fortalece autoridade técnica e mantém a comunicação dentro dos limites da advocacia.

Foi um grande colaborador da psquiatria, contribuindo com a terapia da realidade e a teoria da escolha, defendendo que a maioria dos problemas psicológicos estão relacionados muitas vezes à experiência de satisfação das pessoas e não exatamente a um problema mental.

Uma ideia disruptiva para a época, onde a psiquiatria convencional estimulava demasiado o uso de medicamentos.

Glasser também foi responsável por tratar de teorias mais amplas, sobre temas como casamento, gestão e até educação. Fez afirmações contundentes sobre o processo de aprendizado, a favor que de que o aluno aprenda fazendo.

“A boa educação é aquela em que o professor pede para que seus alunos pensem e se dediquem a promover um diálogo para promover a compreensão e o crescimento dos estudantes” (GLASSER, 2010).

Este conceito foi melhor exemplificado numa ilustração conhecida como ‘a Pirâmide de William Glasser’.

piramide-de-aprendizado

Segundo o psiquiatra, aprendemos 95% no momento de ensinar algo a alguém, 65% melhor do que quando ouvimos sobre algo e 85% a mais do que quando lemos.

Isto porque durante uma explicação precisamos ter internalizado o conhecimento repassado, já que é necessário criar linhas de raciocínio coesas.

Também porque no processo de transmissão é preciso pesquisar profundamente sobre o assunto, para sanar eventuais dúvidas do interlocutor e as nossas próprias.

Logo, o contato mais íntimo com um conhecimento é dominá-lo a ponto de ter a capacidade de ensinar sobre ele. Afinal, ensinar é, antes de tudo, aprender.

Nessa perspectiva, como o seu escritório de advocacia aproveita o conhecimento dos colaboradores e a própria experiência prática do escritório?

Nós já escrevemos aqui sobre como reter e organizar este conhecimento nas práticas do dia a dia e até usando ferramentas. Mas vamos além: qual a melhor forma de compartilhá-lo?

Não esqueça que, segundo a pirâmide de William Glasser, é possível aprender 70% quando discutimos com os outros sobre um assunto. 65% a mais do que apenas ler ou ouvir, que é o que acontece quando o documento está armazenado mas não “vivo”.

Por isso, uma boa dica para seu escritório é promover um evento de pequenas conferências entre os colaboradores, que ao mesmo tempo serão o público e os apresentadores.

Separe um dia por mês ou bimestre na agenda de trabalho da empresa, reúna os colaboradores numa sala, prepare um café especial e dê início às apresentações.

Dê a chance de cada colaborador escolher um tema no qual ele(a) seja especialista e que, se possível, impacte no dia a dia de trabalho de todos. Algumas sugestões de tema podem ser:

  • boas práticas do dia a dia: sugestões de língua portuguesa, criação de e-mails mais humanos, economia de luz, economia de papel, exercitar a empatia;
  • questões técnicas: detalhes sobre o Novo CPC, especificidades do estudo do Direito, revisão de leis, opiniões sobre o mercado jurídico e curiosidades sobre alguma área do Direito, discussão sobre softwares e ferramentas;
  • inspiração: novos conceitos criativos e de organização, exercícios de relaxamento e de produtividade, propor assistir alguma outra palestra (como esta da Chimamanda Adichie, sobre o perigo de uma única história);
  • estudo de caso: permitir que um profissional demonstre como ele resolveu o processo X e qual foi lógica aplicada na demanda em questão, para que outros colaboradores possam dar suas opiniões e sugestões para próximos casos.

Tudo isso, claro, estimulando o debate e a troca de opiniões e sugestões. Crie um padrão oxigenado de apresentações: máximo de 5 slides, 15 minutos de apresentação cada, outros 10 minutos para discussão, algo parecido com o TED, maior conferência de eventos do mundo.

Faça isso e veja sua empresa e os colaboradores evoluindo nas suas abordagens, práticas do dia a dia e comunicação, pois este evento irá sobretudo unir a equipe.

Tiago Fachini - Especialista em marketing jurídico

Mais de 300 mil ouvidas no JurisCast. Mais de 1.200 artigos publicados no blog Jurídico de Resultados. Especialista em Marketing Jurídico. Palestrante, professor e um apaixonado por um mundo jurídico cada vez mais inteligente e eficiente. Siga @tiagofachini no Youtube, Instagram e Linkedin.

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