Software jurídico na Klabin: como o ProJuris eliminou planilhas

Veja como o software jurídico ajudou a Klabin a centralizar processos, publicações, escritórios externos e indicadores.

user Tiago Fachini calendar--v1 10 de setembro de 2018 connection-sync 11 de agosto de 2026

Software jurídico é programa de computador aplicado à gestão de rotinas legais, nos termos do art. 1º da Lei 9.609/1998. Na prática, ele centraliza processos, prazos, documentos, publicações e indicadores, reduzindo controles paralelos e aumentando a rastreabilidade das decisões do departamento jurídico.

A Klabin é uma das maiores empresas brasileiras do mercado de papéis, embalagens, cartões e sacos industriais. Em 17 de junho de 2013, a companhia iniciou uma parceria com a ProJuris para estruturar a gestão jurídica com tecnologia, substituir planilhas e dar mais visibilidade às informações do contencioso.

Para contar essa experiência, a ProJuris entrevistou Shiarley Layara de Moura Costa, profissional responsável pela utilização da plataforma no departamento jurídico da Klabin. O relato mostra uma mudança comum em grandes empresas: sair de controles fragmentados e construir uma operação jurídica baseada em dados, fluxos e responsabilidades claras.

Como era a gestão jurídica da Klabin antes do software jurídico?

Antes da implantação, a Klabin já usava um sistema, mas ele não era online, travava, dificultava pesquisas e não atendia à rotina de um jurídico corporativo com grande volume de processos. A equipe mantinha planilhas paralelas, o que gerava duplicidade, retrabalho e risco de decisões baseadas em dados incompletos.

Segundo Shiarley, o sistema anterior exigia a informação exata para localizar processos. Quando a equipe não lembrava um número, parte do nome da parte contrária ou uma variável relevante, a busca se tornava lenta. Essa limitação prejudicava a rotina de conferência, consulta e atualização das demandas.

A consequência foi a criação de um controle paralelo em planilha. Esse tipo de controle costuma nascer como solução rápida, mas gera um problema maior quando passa a concentrar informações sensíveis, como valores de causa, pedidos, prognósticos, responsáveis, prazos e histórico de movimentações processuais.

Em departamentos jurídicos empresariais, uma planilha desatualizada pode afetar provisões contábeis, relatórios de risco, auditorias internas e respostas a áreas de negócio. Também dificulta a aplicação dos princípios da segurança, da prevenção e da responsabilização previstos no art. 6º da LGPD, Lei 13.709/2018.

Relato de Shiarley: “Precisávamos ir com a informação exata, e muitas vezes você não lembra da informação exata. Não tinha como colocar variáveis, como no ProJuris. A gente usava, mas ele nunca foi muito dinâmico. Havia um controle paralelo, que era em formato de planilha.”

Como a Klabin conduziu a mudança de cultura no departamento jurídico?

A mudança começou com migração de dados, treinamento de escritórios externos e definição de um plano de ação com a equipe ProJuris. A tecnologia só gerou resultado quando a diretoria e o jurídico alinharam responsabilidades, padronizaram o uso da ferramenta e encerraram a tolerância aos controles paralelos.

A Klabin migrou o conteúdo das planilhas para o sistema e treinou cerca de 30 escritórios externos, distribuídos entre áreas cível, tributária, ambiental e trabalhista. No início, a adoção não aconteceu de forma automática. A equipe percebeu que implantar uma ferramenta não basta quando usuários mantêm hábitos antigos.

Com a mudança na diretoria, o departamento decidiu tratar o projeto como prioridade de gestão. A frase relatada por Shiarley resume essa virada: “a gente vai ter que fazer funcionar; não faz sentido não usarmos uma tecnologia boa como é o ProJuris”. A partir daí, o projeto ganhou governança.

Quais etapas ajudaram na implantação?

  1. Mapear fontes de dados: a equipe identificou planilhas, cadastros, informações processuais e responsáveis por cada rotina.
  2. Padronizar campos: o jurídico definiu dados essenciais, como natureza, unidade, escritório, status, risco, valor e próxima providência.
  3. Treinar usuários internos e externos: advogados, estagiários e escritórios receberam orientação sobre cadastro, consulta, atualização e comunicação.
  4. Acompanhar o uso: o departamento passou a verificar adesão, corrigir desvios e reforçar que a plataforma seria a fonte oficial.
  5. Eliminar planilhas: depois da consolidação, os controles paralelos deixaram de orientar a rotina operacional.

Um consultor da ProJuris acompanhou a equipe presencialmente. Esse suporte aproximou a tecnologia das dores reais do departamento, permitindo ajustes de uso, esclarecimento de dúvidas e correção de fluxos. Para Shiarley, esse momento foi decisivo para transformar uma ferramenta disponível em rotina efetiva.

Relato de Shiarley: “O sistema funcionou de uma forma que ninguém acreditava. Conseguimos eliminar as planilhas, que era uma cultura muito antiga e que achamos que nunca íamos tirar dos advogados.”

Por que eliminar planilhas reduz riscos jurídicos e operacionais?

Eliminar planilhas reduz riscos porque concentra informações em base única, com histórico, permissões, atualização controlada e possibilidade de auditoria. No jurídico, esse controle afeta prazos, publicações, relatórios, provisões e proteção de dados, especialmente quando há escritórios externos e várias unidades operando simultaneamente.

A planilha é útil para análises pontuais, mas se torna frágil como sistema principal de gestão. Ela permite versões conflitantes, exclusões acidentais, fórmulas incorretas, ausência de trilha de auditoria e dificuldade para comprovar quem alterou determinada informação. Em um contencioso relevante, esses detalhes podem impactar custo e risco.

O CPC, Lei 13.105/2015, exige atenção rigorosa a intimações e prazos. O art. 219 prevê contagem de prazos processuais em dias úteis, e o art. 224 disciplina o início e o término da contagem. Quando o jurídico depende de controles manuais, aumenta a chance de erro na leitura da publicação ou no lançamento da providência.

A Lei 11.419/2006, que trata da informatização do processo judicial, também tornou a rotina eletrônica parte da gestão jurídica. O art. 4º autoriza os tribunais a criarem Diário da Justiça eletrônico, e o art. 5º trata das intimações eletrônicas. Por isso, o acompanhamento automatizado passou a ser requisito operacional para empresas com grande volume processual.

A jurisprudência reforça a relevância do controle correto das intimações. A Súmula 427 do STJ estabelece que a intimação considera-se válida quando publicada em nome do advogado indicado, se houver pedido expresso para tanto. Logo, o cadastro correto de advogados, escritórios e responsáveis influencia diretamente a segurança da rotina.

  • Risco de prazo: perda de prazo por publicação não capturada, leitura tardia ou responsável incorreto.
  • Risco financeiro: provisões inconsistentes por falta de atualização de valores, fase processual ou prognóstico.
  • Risco de governança: ausência de histórico confiável para auditoria, diretoria ou conselho.
  • Risco de dados pessoais: compartilhamento de documentos e informações sem controle de acesso, em desacordo com a LGPD.

Como o ProJuris mudou o dia a dia da equipe da Klabin?

O ProJuris passou a organizar o trabalho diário da Klabin por módulos, especialmente Distribuições, Processos e Publicações. A equipe consulta novas entradas, faz saneamento, confirma vínculo com a empresa, transforma ocorrências em processos e mantém a base atualizada para usuários internos e escritórios externos.

Shiarley relata que a equipe usa intensamente o módulo de Distribuições. Como a Klabin possui unidades em várias regiões do Brasil, os jurídicos locais atuam com pontos focais. Todos verificam o que foi distribuído nas últimas 24 horas e conferem se a demanda realmente envolve a companhia.

Esse saneamento evita o cadastro de ações relacionadas a empresas homônimas ou registros equivocados. Depois da validação, a equipe transforma a distribuição em processo, vincula dados relevantes e define responsáveis. Essa etapa reduz ruído, melhora a qualidade da base e facilita consultas futuras.

O módulo de Publicações também ganhou papel relevante. Quando uma publicação chega, o sistema atribui a informação à pasta correspondente, o que torna o trabalho mais autônomo. Para um jurídico corporativo enxuto, essa automação libera tempo para análise, prevenção de litígios e relacionamento com áreas internas.

Qual é um fluxo prático de controle de publicações?

  1. Captura: a publicação entra no sistema por monitoramento dos diários e fontes configuradas.
  2. Vinculação: a ferramenta associa a publicação ao processo ou à pasta correta.
  3. Validação: a equipe confirma o teor, a parte envolvida, o advogado responsável e a providência necessária.
  4. Cálculo de prazo: o responsável aplica os arts. 219 e 224 do CPC, Lei 13.105/2015, considerando dias úteis e termo inicial.
  5. Acompanhamento: o gestor monitora cumprimento, histórico e eventuais pendências.

O relato também mostra que a plataforma facilitou o treinamento de estagiários. Um estagiário já conhecia o ProJuris de experiência anterior, enquanto uma estagiária da área trabalhista recebeu treinamento conduzido pela própria Shiarley. A curva de aprendizado curta ajudou a consolidar a ferramenta na rotina.

Como escritórios externos participam da gestão jurídica digital?

Escritórios externos participam da gestão jurídica digital quando atualizam processos, publicações, providências e documentos diretamente na plataforma definida pela empresa. Esse modelo reduz troca de e-mails, padroniza informações e permite que o departamento jurídico acompanhe a atuação de parceiros por carteira, área, unidade e risco.

No caso da Klabin, cerca de 30 escritórios externos foram treinados para usar o sistema. Esse ponto é relevante porque a gestão de terceiros representa uma das maiores fontes de dispersão de informações em departamentos jurídicos. Sem padrão, cada escritório envia relatórios em formato próprio, com periodicidade e nível de detalhe diferentes.

Ao centralizar a comunicação processual, a empresa melhora o controle de responsabilidades. O jurídico interno consegue identificar quem recebeu determinada publicação, quem deve tomar providência, qual é o prazo, que documento foi anexado e qual foi a última atualização. Esse histórico reduz dependência de mensagens soltas em caixas de e-mail.

A gestão digital também se relaciona com a proteção de dados. O art. 46 da LGPD, Lei 13.709/2018, exige medidas de segurança técnicas e administrativas aptas a proteger dados pessoais contra acessos não autorizados e situações acidentais ou ilícitas. Em processos judiciais, documentos podem conter dados de empregados, clientes, fornecedores e terceiros.

Por isso, a empresa deve definir perfis de acesso, responsabilidades contratuais, rotinas de atualização e critérios de retenção de documentos. O software jurídico ajuda a operacionalizar essas regras, mas a governança depende de políticas claras e acompanhamento contínuo do time jurídico.

Como dados e B.I. tornam o jurídico mais estratégico?

Dados e B.I. tornam o jurídico mais estratégico quando transformam processos, valores, prazos e resultados em indicadores confiáveis para decisão. Na Klabin, a criação da subárea de Gestão da Informação mostrou que a tecnologia deixou de apoiar apenas tarefas operacionais e passou a orientar apresentações à diretoria.

Shiarley conta que o ProJuris foi pioneiro na sistematização de procedimentos dentro do jurídico. O departamento tinha histórico manual, passou por mudanças de equipe e recebeu profissionais interessados em automatizar tarefas sem valor analítico. Esse contexto permitiu que a gestão da informação ganhasse espaço formal.

Com indicadores, o jurídico consegue apresentar volume de processos por área, evolução de contingência, causas recorrentes, unidades com maior litigiosidade, desempenho de escritórios, êxito por tese e tempo médio de encerramento. Esses dados ajudam a priorizar medidas preventivas e a dialogar com finanças, recursos humanos, compras e operações.

O uso de B.I. exige qualidade de cadastro. Se a natureza da ação, o valor, o prognóstico ou o escritório estiverem incorretos, o painel apenas reproduzirá erro com aparência visual. Por isso, saneamento de base, campos obrigatórios e rotinas de revisão fazem parte da maturidade em legal operations.

Relato de Shiarley: “Hoje o meu gerente criou uma subárea, que chama Gestão da Informação, e me colocou à frente por conta da minha experiência com o ProJuris. O ProJuris foi um pontapé inicial.”

A integração entre sistema jurídico e B.I. também ajuda em auditorias. Relatórios bem estruturados permitem demonstrar critérios de provisão, evolução de demandas relevantes e histórico de providências. Embora a tecnologia não substitua a análise jurídica, ela oferece base verificável para decisões de risco.

Que cuidados legais devem orientar a digitalização do departamento jurídico?

A digitalização do departamento jurídico deve observar legislação processual, proteção de dados, segurança da informação e governança contratual. A empresa precisa controlar intimações eletrônicas, prazos, acessos, documentos e responsabilidades para que a tecnologia reduza riscos em vez de apenas transferir controles manuais para ambiente digital.

O primeiro cuidado envolve o processo eletrônico. A Lei 11.419/2006 permanece como marco da informatização judicial, enquanto o CPC, Lei 13.105/2015, regula prazos, comunicação dos atos e atuação das partes. A Lei 14.195/2021 alterou regras do art. 246 do CPC e reforçou a relevância da citação por meio eletrônico para empresas.

Também houve avanço institucional com o Domicílio Judicial Eletrônico, regulamentado pelo CNJ pela Resolução 455/2022. Até 2025, a tendência normativa consolidada é clara: pessoas jurídicas precisam monitorar canais eletrônicos oficiais com disciplina operacional. Falhas nesse acompanhamento podem gerar preclusão, revelia ou perda de oportunidade defensiva.

O segundo cuidado envolve dados pessoais. Processos trabalhistas, consumeristas, ambientais, cíveis e tributários podem reunir documentos com dados sensíveis ou estratégicos. A LGPD exige finalidade, necessidade, segurança e prestação de contas. Portanto, o jurídico deve registrar quem acessa informações, por qual motivo e com qual nível de permissão.

O terceiro cuidado envolve contratos com escritórios. A empresa deve prever obrigações de atualização, sigilo, proteção de dados, uso da plataforma, prazos internos e reporte de incidentes. Essa governança evita que a ferramenta seja usada de modo parcial, com informações críticas ainda circulando por fora do sistema.

Como replicar aprendizados do case Klabin em outros jurídicos?

Outros departamentos podem replicar o case Klabin ao tratar a implantação como projeto de gestão, não apenas como contratação de tecnologia. O caminho envolve diagnóstico, migração de dados, treinamento, padronização, acompanhamento de uso, eliminação de controles paralelos e criação de indicadores para decisão.

O primeiro passo é diagnosticar a operação. O jurídico deve listar fontes de informação, responsáveis, prazos críticos, relatórios exigidos pela diretoria e gargalos de comunicação com escritórios. Esse retrato evita uma implantação genérica e orienta a configuração da ferramenta para a realidade da empresa.

O segundo passo é definir dados mínimos obrigatórios. Processo sem unidade, área, escritório, valor, fase, risco ou responsável perde valor gerencial. A padronização permite comparar informações e criar painéis confiáveis. Em empresas grandes, esse padrão também facilita auditoria e transição de profissionais.

O terceiro passo é nomear responsáveis internos. A experiência da Klabin mostra o peso de uma liderança operacional, como Shiarley, capaz de treinar usuários, resolver dúvidas e sustentar a mudança. Sem dono do processo, a equipe tende a voltar para planilhas quando surge pressão por velocidade.

O quarto passo é medir adesão. O gestor deve verificar frequência de atualização, pendências, publicações sem tratamento, processos sem responsável e escritórios que ainda enviam relatórios por fora. Com esses dados, o jurídico corrige comportamento antes que o controle paralelo retorne.

Como iniciar uma avaliação do ProJuris Para Empresas?

Empresas que desejam substituir planilhas por uma base jurídica centralizada podem avaliar módulos, integrações, fluxos e indicadores antes da implantação. Para conhecer a plataforma, agende uma demonstração do ProJuris Para Empresas e compare as necessidades do seu departamento com os recursos disponíveis.

Perguntas frequentes sobre software jurídico

As dúvidas abaixo reúnem perguntas comuns de gestores jurídicos, advogados internos e empresas que desejam substituir planilhas, organizar escritórios externos e criar uma rotina digital segura para processos, publicações, prazos e indicadores.

O que é software jurídico?

Software jurídico é um programa aplicado à gestão de processos, prazos, publicações, documentos, contratos, escritórios externos e indicadores. Ele se enquadra como programa de computador nos termos do art. 1º da Lei 9.609/1998 e ajuda o jurídico a centralizar informações auditáveis.

Por que substituir planilhas no departamento jurídico?

Software jurídico substitui planilhas porque cria base única, histórico de alterações, permissões de acesso e rotinas padronizadas. Planilhas podem gerar versões conflitantes, perda de prazo, dados incompletos e baixa rastreabilidade, especialmente quando a empresa trabalha com alto volume de processos e escritórios externos.

Como controlar publicações e prazos processuais com segurança?

Software jurídico ajuda a controlar publicações e prazos ao capturar intimações, vinculá-las a processos, registrar responsáveis e acompanhar providências. A contagem deve observar os arts. 219 e 224 do CPC, Lei 13.105/2015, além das regras de intimação eletrônica da Lei 11.419/2006.

Escritórios externos podem usar o mesmo sistema da empresa?

Software jurídico pode incluir escritórios externos com perfis de acesso definidos pela empresa. Esse modelo padroniza atualizações, documentos, prazos e relatórios. Também facilita a cobrança de responsabilidades contratuais, a proteção de dados pessoais e a visualização da atuação de cada parceiro jurídico.

Quais leis impactam a digitalização do jurídico?

Software jurídico deve ser usado em conformidade com a Lei 9.609/1998, a Lei 11.419/2006, o CPC, Lei 13.105/2015, a LGPD, Lei 13.709/2018, e normas do CNJ sobre comunicação eletrônica, como a Resolução 455/2022, conforme o fluxo adotado pela empresa.

Como medir retorno em um projeto de gestão jurídica digital?

Software jurídico permite medir retorno por indicadores como redução de controles paralelos, tempo de resposta, publicações tratadas, prazos cumpridos, processos saneados, desempenho de escritórios e qualidade de relatórios. O retorno deve considerar eficiência operacional, mitigação de risco e confiabilidade dos dados para a diretoria.

O que a experiência da Klabin ensina sobre gestão jurídica digital?

A experiência da Klabin mostra que tecnologia jurídica gera valor quando combina sistema, governança e mudança de comportamento. O ProJuris ajudou a eliminar planilhas, organizar módulos de distribuição, processos e publicações, integrar escritórios externos e abrir caminho para uma área de Gestão da Informação.

O principal aprendizado é que o software jurídico não deve ser tratado como repositório isolado. Ele precisa funcionar como fonte oficial da operação, com dados saneados, usuários treinados, responsabilidades definidas e indicadores confiáveis. Foi essa combinação que permitiu transformar uma rotina manual em gestão jurídica baseada em informação.

Tiago Fachini - Especialista em marketing jurídico

Mais de 300 mil ouvidas no JurisCast. Mais de 1.200 artigos publicados no blog Jurídico de Resultados. Especialista em Marketing Jurídico. Palestrante, professor e um apaixonado por um mundo jurídico cada vez mais inteligente e eficiente. Siga @tiagofachini no Youtube, Instagram e Linkedin.

Use as estrelas para avaliar

Média / 5.

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.