Economize 50 mil com seu departamento jurídico na nuvem

Dados. Este é cada vez mais o entendimento sobre o material de trabalho dos departamentos jurídicos: gerenciar dados, estruturá-los, medi-los e a partir deles tomar decisões. Já escrevemos aqui na Universidade sobre o assunto, mostrando a diferença entre texto e dados e, por conseguinte, a razão pela qual seu departamento precisa se preocupar cada vez mais com esta palavra: dados.

Se você quiser fundamentar um pouco mais, então leia primeiro este texto. Mas se para você já está bem claro que as principais atividades do jurídico corporativo da sua empresa vêm a partir dos dados, então continuemos.

A importância da hospedagem de dados

Milhares de informações estruturadas passam pela mão do jurídico corporativo todos os dias. E, além de atualizados, eles precisam ser seguros. O vazamento ou a perda de uma informação valiosa do jurídico acerta nuclearmente a empresa, provocando um prejuízo incalculável.

Portanto, é necessário que as organizações as protejam e proporcionem, digamos assim, um lugar para que elas “morem”, o lugar onde elas fiquem salvas. Na linguagem de T.I, estamos falando de uma hospedagem. Ou, ainda mais no sentido prático: de um servidor.

Tratando-se de hospedagem, temos então duas opções: a física e a hospedagem em nuvem, sem dúvida a mais comum em grandes empresas. Mesmo assim, há casos de exceção, onde é preferível hospedar todos os dados do departamento jurídico ’em casa’, ou seja, através de uma estrutura física de T.I.

As justificativas para a decisão são, na maioria das vezes, duas. Primeiro, por insegurança de deixar as informações da empresa ‘na nuvem’. Segundo, por julgar que a hospedagem em nuvem pode ser mais cara que uma hospedagem convencional.

No entanto, para estes dois casos, as impressões estão equivocadas. Vamos descobrir os porquês.

A segurança talvez seja a característica principal da nuvem, pois sua metodologia de armazenagem é criptografada, ou seja, é simplesmente inacessível para agentes externos. Para dar um exemplo conhecido, o WhatsApp também utiliza o método. E é preciso entrar na justiça para ter acesso às conversas trocadas dentro dele, por exemplo, pois a sua barreira de segurança é intransponível.

Quanto custa hospedar dados?

Sobre o valor da hospedagem em nuvem, esta é talvez a preocupação mais notável entre gestores jurídicos. Vamos fazer um comparativo real (com valores e exemplos técnicos) entre as duas realidades, para que assim seja provado o ganho de eficiência e economia da adoção do cloud.

Para que uma empresa proteja seus dados, ela precisará começar pela sua “moradia”, ou seja, pelos servidores. Orçamos um servidor que tecnicamente suporte um grande volume de dados, realidade de médias e grandes empresas, o PowerEdge T330 da Dell. Seu custo é de R$ 5.000,00. É necessário dois, neste caso, porque além do armazenamento, a aplicação digital do departamento (seu software jurídico, seu sistema de controle de informações) terá de operar. Ou seja, já são R$ 10 mil.

Para que o servidor funcionar, com uma estrutura completa, precisaremos de outros componentes. São eles:

  • 1 Switch – para que o servidor unifique os dados de todas as máquinas envolvidas no gerenciamento dos dados;
  • 2 Firewall – para garantir segurança e controle no tráfego destes dados, informações, planilhas, números;
  • 1 Nobreak – dispositivo que permite que os profissionais não percam dados ou produtividade durante períodos de quedas de energia;
  • Energia – Um servidor pode gastar entre 500 e 1,200 watts por hora;
  • Gastos adicionais – dependendo da empresa, como estrutura de cabos, licenças de uso e atualização de equipamentos de T.I, já que eles podem estragar.

Também não podemos esquecer do guardião de toda essa estrutura, um profissional competente que garanta que a segurança das informações mais preciosas da empresa se mantenham seguras 24 horas por dia, 7 dias por semana: um profissional de T.I com nível mínimo pleno, que já possui responsabilidade e conhecimento suficiente para o ofício. É importante lembrar que um profissional dedicado à tarefa é um gasto recorrente da empresa.

Agora que temos os valores, vamos fazer um cálculo?

Quanto sua empresa precisa gastar em um ano para manter uma estrutura física de armazenamento e proteção de dados?

Vamos à conta.

Você pode conferir os valores nos links de cada equipamento supracitado.

  • 2 servidores PowerEdge T330 – R$ 10.000,00
  • 1 Switch – R$ 6.199,00
  • 2 Firewall – R$ 11.038,12
  • 1 Nobreak – R$ 6.199,00
  • Energia – R$ 2.330,00 no ano, segundo esta fonte
  • Profissional de T.I pleno – R$ 5442.41 (segundo tabela do SINE) x 12 meses no ano = R$ 65.308.92

Total: R$ 101.074,53

Observações: trabalhamos com valores zerados para possíveis imprevistos com cabeamento e equipamentos estragados. Coisa que profissionais de T.I sabem: é bem comum. Outra questão é que não estamos calculando impostos.

No caso da hospedagem em nuvem, vai variar de acordo com o volume de informações que cada empresa vai querer manter. Mas é importante ressaltar que o ProJuris Software Jurídico tem parceria com a Amazon, principal referência global em hospedagem em nuvem, responsável por guardar as informações das maiores empresas do mundo. Hospedam, cuidam e fazem backups recorrentemente. Tudo para que o seu departamento se preocupe menos em como estão as informações e mais em como usá-las.

Independente do tamanho da sua empresa, a economia da solução é de, pelo menos, R$ 50 mil por ano. E se você faz parte de um grande grupo ou de uma multinacional, a economia pode ser assustadoramente maior.

E mais: O ProJuris é uma solução completa. Além de arquivar suas informações no lugar mais seguro do mundo, também te ajuda a organizá-las com mais de 94 tipos de relatórios, além de inteligência artificial para melhor tomada de decisão.

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