Terceirização no departamento jurídico em tempos de crise

Estamos vivendo momentos sem precedentes e de expectativas empresariais de forte recessão. A necessidade por mudanças é inevitável: fazer diferente, reduzir custos, repensar a operação jurídica.

Em tempos de crise muitas empresas ficam em dúvida sobre internalizar mais ou menos determinadas atividades do departamento jurídico. Sabendo da importância deste tema recorrente, resolvemos compartilhar alguns questionamentos e nosso entendimento sobre eles. 

Por que geralmente se terceirizam os serviços jurídicos?

As principais motivações para terceirização de serviços jurídicos estão ligadas à especialização e o conhecimento jurídico de quem tem como fim este negócio. 

Além disso, outras vantagens podem ser transformar em custos fixos, em custos variáveis, flexibilidade para regular a demanda vs capacidade.

Por que ter um departamento jurídico?

As principais motivações para ter um departamento jurídico estão ligadas a gestão das demandas envolvendo questões judiciais, administrativas, contratos, procurações, atos societários e pareceres sobre decisões que possam ter impactos na operação da empresa.

O departamento jurídico tem acesso a uma série de documentações, informações e conhecimento sobre o negócio em geral e isto torna muito eficiente o seu trabalho.

Então qual opção é a melhor opção?

De maneira geral não há uma resposta definitiva, já que alguns negócios podem se beneficiar da terceirização, enquanto outros exigem a presença de um departamento jurídico. 

Então, por onde começar? 

É bom, inicialmente, fazer um diagnóstico. Por isso, sugerimos avaliar estes fatores:

-       Quais são os tipos de demandas jurídicas do seu negócio? Elas demandam informações internas constantes?

-       Qual é o volume? Podemos fazer mais e reduzir custo com os terceiros?

-       As demandas jurídicas exigem um conhecimento muito específico que requer anos de experiência no negócio da empresa?

-    É necessário preservar o conhecimento que já existe no departamento jurídico nesta fase de baixa demanda?

-       Qual a variabilidade na quantidade de demandas jurídicas?

-       Qual o custo envolvido com os terceiros?

-       Existem ferramentas,  de gestão para gerenciar estas demandas internamente?

-       Estas ferramentas permitem trabalho remoto?

Acreditamos que a decisão entre ter um departamento jurídico próprio ou terceirizado depende muito desta auto avaliação, das características do seu negócio e do momento que estamos vivendo onde precisamos fazer coisas diferentes. 

Ao levar esses fatores individuais em conta fica mais fácil responder à questão sobre qual das duas opções é a mais indicada para o seu negócio neste momento.    

Além do mais, você pode conversar com quem já fez, ou tirar dúvidas com nossos especialistas.

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Tiago Fachini
Tiago Fachini

Sobre o autor:

Tiago Fachini
Palestrante, professor, podcaster jurídico, colunista do blog ProJuris e, acima de tudo, um apaixonado por tecnologia e pelo mundo jurídico com mais de uma década de atuação dedicada ao mundo digital.

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