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Gerador de Relatórios: como usar no Projuris Empresas

Gerador de Relatórios do Projuris Empresas: veja como criar, agendar e compartilhar relatórios jurídicos com segurança.

Gerador de Relatórios: como usar no Projuris Empresas
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Gerador de Relatórios é funcionalidade de gestão jurídica que cria, personaliza, agenda e compartilha relatórios com controle de acesso, nos termos do art. 6º, VII e X, da LGPD (Lei 13.709/2018). Na prática, ele reduz retrabalho, melhora governança e evita exposição indevida de dados.

Relatórios são o idioma do jurídico para conversar com diretoria, auditoria, compliance, financeiro e áreas parceiras. Quando o departamento depende de coleta manual, planilhas paralelas e versões enviadas por e-mail, a operação perde tempo e aumenta o risco de apresentar dados desatualizados, incompletos ou visíveis para quem não deveria acessá-los.

O Gerador de Relatórios do Projuris Empresas resolve essa dor ao centralizar criação, personalização e agendamento de relatórios a partir dos dados reais da plataforma. O recurso respeita permissões de usuários, campos ocultos e regras de compartilhamento, o que torna a informação mais confiável para decisões jurídicas e empresariais.

O que é o Gerador de Relatórios do Projuris Empresas?

O Gerador de Relatórios permite criar, compartilhar, personalizar e agendar relatórios usando informações das rotinas do Projuris Empresas. Ele transforma dados operacionais em arquivos estruturados para acompanhamento de processos, contratos, solicitações, atividades, indicadores de produtividade, provisões, prazos e demandas internas.

O usuário escolhe campos, inclui subcontextos, seleciona campos customizados, define filtros, ordena colunas e escolhe o formato de saída entre CSV, DOCX, HTML, PDF e XLSX. Também pode compactar arquivos em ZIP e programar envios automáticos para destinatários definidos, sem precisar repetir a montagem do relatório a cada fechamento.

Na rotina jurídica, isso significa que um relatório mensal de contencioso trabalhista pode reunir número do processo, vara, fase, risco, valor envolvido, advogado responsável, prazo pendente e status da última movimentação. Já um relatório contratual pode exibir partes, vigência, renovação, cláusulas críticas, centro de custo e responsáveis por aprovação.

Por que relatórios jurídicos exigem governança de dados?

Relatórios jurídicos podem conter dados pessoais, dados estratégicos e informações sigilosas. A LGPD (Lei 13.709/2018), em seu art. 6º, exige princípios como finalidade, adequação, necessidade, segurança e prestação de contas. Por isso, a geração de relatórios precisa considerar quem acessa, qual finalidade justifica o uso e quais dados devem aparecer.

Em auditorias, investigações internas e prestação de contas, relatórios também ajudam a demonstrar rastreabilidade. O art. 369 do CPC (Lei 13.105/2015) admite meios legais e moralmente legítimos para provar a verdade dos fatos, enquanto os arts. 411 e 422 tratam da força de documentos e reproduções mecânicas. Relatórios consistentes favorecem essa organização documental.

Quais os principais benefícios do Gerador de Relatórios do Projuris Empresas?

O Gerador de Relatórios melhora eficiência, segurança, padronização e previsibilidade da operação jurídica. Ele reduz tarefas repetitivas, diminui dependência de planilhas externas, controla a visibilidade por perfil e entrega dados recorrentes no ritmo da gestão, como fechamentos mensais, comitês executivos e auditorias internas.

  • Eficiência operacional: crie uma vez, agende o envio e pare de caçar dado todo mês em diferentes planilhas, e-mails e controles individuais.
  • Governança e segurança: a visibilidade segue o perfil de acesso; colunas com dados restritos não aparecem para usuários sem permissão.
  • Padronização: relatórios do sistema convivem com relatórios customizados, garantindo base comum e flexibilidade para necessidades específicas.
  • Confiabilidade: os relatórios nascem da mesma fonte de verdade da plataforma, sem copiar e colar dados entre arquivos.
  • Colaboração controlada: compartilhe com usuários que têm acesso ao módulo e remova permissões quando a necessidade deixar de existir.
  • Escala: agendamentos diários, semanais, mensais ou anuais levam a informação certa para as pessoas certas.
  • Controle fino: filtros salvos, ordenação por arrastar e soltar e exibição por linhas separadas ou dados concatenados deixam o relatório alinhado ao uso.

Um exemplo prático envolve o fechamento mensal de contencioso. Sem automação, o time consulta processos, atualiza planilhas, pede confirmação aos escritórios externos e revisa versões. Com um relatório configurado, a área acompanha processos por fase, risco e responsável, mantendo o mesmo critério de extração em todos os meses.

Outro exemplo aparece na gestão de contratos. A equipe pode criar relatório de contratos que vencerão em 90 dias, com campos de área solicitante, fornecedor, valor, data de vigência e cláusula de renovação. Esse relatório reduz esquecimentos e apoia a atuação preventiva antes de renovações automáticas ou vencimentos críticos.

Como utilizar o Gerador de Relatórios do Projuris Empresas?

Para usar o Gerador de Relatórios, acesse a rotina desejada, defina identificação, campos, compartilhamento, filtros, agendamento, formato e geração do arquivo. O fluxo organiza a criação em etapas para que o usuário configure o relatório com segurança, clareza e possibilidade de reaproveitamento.

1) Como acessar o Gerador?

No cabeçalho de ações das rotinas do sistema, clique no ícone Gerar relatórios. Esse acesso direciona o usuário ao fluxo de criação. Antes de iniciar, confirme se você está na rotina correta, pois o contexto selecionado influencia os campos disponíveis e os dados que poderão compor o relatório.

2) Como definir os dados iniciais?

Informe a identificação do relatório, incluindo nome e demais dados solicitados. Use um padrão de nomenclatura que facilite busca e manutenção, como Contencioso_Trabalhista_Mensal_Diretoria ou Contratos_Vencimento_90_Dias. Nomes claros reduzem duplicidade e ajudam novos usuários a entender a finalidade do relatório.

3) Como configurar o compartilhamento?

Clique em Compartilhar relatório para visualizar usuários com acesso ao módulo. Selecione um ou mais destinatários, remova alguém pelo ícone correspondente e acompanhe, na lista de relatórios, quais itens estão compartilhados. Quem recebe enxerga apenas o que seu perfil permite.

  • Selecione destinatários que realmente participam do fluxo de informação.
  • Remova acessos quando houver mudança de função, área ou responsabilidade.
  • Valide se o público precisa de relatório completo ou apenas de versão resumida.
  • Use o Super Usuário para visualizar e gerenciar relatórios do sistema quando a política interna permitir.

Essa etapa ajuda o jurídico a cumprir o princípio da necessidade previsto no art. 6º, III, da LGPD (Lei 13.709/2018). Em vez de compartilhar bases amplas, o time direciona dados conforme finalidade e responsabilidade de cada usuário.

4) Como escolher campos e subcontextos?

Por padrão, o contexto atual já vem selecionado. Expanda as opções, marque campos desejados e adicione subcontextos quando precisar cruzar informações. Campos customizados também aparecem conforme permissões. Em uma rotina de contratos, por exemplo, você pode combinar fornecedor, vigência, área demandante e status de aprovação.

Se o perfil do usuário restringe campos, ele só seleciona o que tem permissão. Com permissão ampla, o perfil visualiza todos os campos disponíveis. Em relatórios gerados para usuário com restrição, colunas de dados ocultos não aparecem. Também é possível restringir campos globalmente no Painel de Controle.

Em termos práticos, o mesmo relatório pode atender públicos diferentes sem criar versões paralelas inseguras. A diretoria pode receber indicadores agregados, enquanto o gestor jurídico acessa dados detalhados para análise operacional, sempre respeitando a política de acesso configurada.

5) Como ordenar e limpar campos?

Defina a sequência das colunas arrastando as linhas. Passe o mouse sobre Campo/Subcampo para ver o caminho completo e exclua campos desnecessários com o ícone de lixeira. Essa etapa melhora a leitura, especialmente em PDFs enviados para comitês ou relatórios anexados a apresentações executivas.

Uma boa prática é colocar campos de identificação no início, como número do processo, contrato ou solicitação, seguidos por status, responsáveis, datas e valores. Campos analíticos, como observações e histórico, podem ficar ao final para não prejudicar a leitura das informações principais.

6) Como aplicar filtros?

Clique no ícone de filtros para incluir condições e refinar o conjunto de dados. Filtros salvos podem ser aplicados em um clique, mantendo consistência entre relatórios recorrentes. Isso evita que cada fechamento use critérios diferentes, um problema comum em controles paralelos.

No contencioso, filtros podem separar processos ativos, encerrados, por comarca, área, fase ou nível de risco. Em contratos, podem localizar instrumentos com vencimento próximo, valores acima de determinado limite ou pendências de assinatura. A escolha correta do filtro define a utilidade do relatório para decisão.

7) Como agendar o envio automático?

Programe a entrega com data e hora de início, recorrência diária, semanal, mensal ou anual e prazo de término. Defina destinatários do envio automático e revise a periodicidade antes de salvar. O agendamento formaliza o fluxo de informação e reduz dependência de lembretes manuais.

  • Diário com prazo de término: a data de término não pode ser anterior à data de início.
  • Semanal sem término: escolha obrigatoriamente os dias da semana; o envio pode ser pausado quando necessário.
  • Mensal com término: se o dia escolhido exceder o número de dias do mês, o envio ocorre no último dia útil. Feriados não alteram o planejamento.
  • Anual: o envio acontece uma vez por ano, exatamente na data e hora configuradas, independentemente de feriados.
  • Sem data de início: não há agendamento nem geração automática.

Para governança, revise periodicamente destinatários e recorrências. Um relatório financeiro mensal enviado a gestor que mudou de área pode gerar exposição desnecessária. A revisão de acessos deve integrar o controle interno do departamento jurídico, especialmente em empresas com dados sensíveis e múltiplos níveis hierárquicos.

8) Como escolher formato e exibição dos dados?

Selecione o formato de arquivo: CSV, DOCX, HTML, PDF ou XLSX. Se necessário, compacte em ZIP. Escolha linhas separadas quando cada registro precisar aparecer individualmente. Use dados concatenados quando quiser reunir informações em uma única linha com quebras internas na célula.

CSV e XLSX favorecem análise em planilhas e ferramentas de BI. PDF funciona melhor para comitês, auditorias e registros formais. DOCX pode ajudar em relatórios narrativos. HTML facilita visualização. A escolha deve considerar finalidade, público, necessidade de edição e política interna de armazenamento.

9) Como salvar e gerar?

Use Salvar para guardar o relatório como nova opção no menu do gerador. Use Salvar e Gerar para salvar e enviar à fila de execução. Depois, baixe o arquivo conforme disponibilidade. Essa diferença evita recriar relatórios recorrentes e permite gerar versões sob demanda.

10) Como acessar e gerenciar relatórios?

No menu do gerador, use a busca para localizar por nome ou palavra-chave. Consulte relatórios do sistema, que são modelos padrão já configurados, e relatórios customizados, criados por usuários para demandas específicas. Clique no título para gerar novamente e enviar o relatório à fila.

Também é possível alterar ou excluir relatórios conforme a evolução das demandas. Antes de excluir, verifique se existe agendamento ativo, compartilhamento com outras áreas ou dependência em rotinas de fechamento. Essa checagem evita interrupções em fluxos que a diretoria, auditoria ou compliance já utilizam.

Como o Gerador de Relatórios apoia segurança, auditoria e conformidade?

O Gerador de Relatórios apoia segurança e conformidade ao limitar dados por perfil, registrar critérios de extração e padronizar entregas recorrentes. Essa lógica ajuda o jurídico a demonstrar controle, finalidade de uso e consistência informacional em auditorias, investigações internas e prestação de contas.

A LGPD (Lei 13.709/2018) exige medidas técnicas e administrativas aptas a proteger dados pessoais, conforme art. 46. Relatórios jurídicos podem envolver CPF, dados trabalhistas, valores, informações médicas em processos, dados de representantes e histórico contratual. Por isso, limitar campos e destinatários reduz riscos de incidente de segurança.

Em empresas reguladas, relatórios também apoiam programas de integridade. O art. 7º, VIII, da Lei 12.846/2013 considera a existência de mecanismos e procedimentos internos de integridade na aplicação de sanções. Embora a lei trate de responsabilização administrativa e civil, a documentação organizada ajuda a evidenciar controles e fluxos internos.

No contencioso, relatórios consistentes favorecem acompanhamento de prazos e risco processual. O CPC (Lei 13.105/2015), em seus arts. 218 e 219, disciplina contagem de prazos processuais em dias úteis quando estabelecidos por dia. Um relatório filtrado por prazos próximos ajuda a equipe a priorizar providências e reduzir falhas operacionais.

Na área trabalhista, dados de processos e contratos também exigem cuidado. A CLT (Decreto-Lei 5.452/1943) regula diversos documentos e prazos relevantes, como registros de empregado previstos no art. 41. Quando o jurídico consolida informações trabalhistas em relatórios, deve observar finalidade, acesso restrito e necessidade do dado exibido.

Quais erros evitar ao criar relatórios jurídicos?

Os principais erros ao criar relatórios jurídicos são excesso de campos, ausência de filtros, compartilhamento amplo, falta de revisão de destinatários e nomenclatura confusa. Esses problemas reduzem a utilidade do relatório, dificultam auditorias e aumentam o risco de exposição indevida de dados.

  • Incluir todos os campos disponíveis: relatórios longos demais prejudicam a leitura e podem violar o princípio da necessidade da LGPD.
  • Não documentar finalidade: cada relatório deve ter objetivo claro, como comitê mensal, revisão de prazos ou acompanhamento contratual.
  • Ignorar permissões: compartilhar com público amplo pode expor dados estratégicos, pessoais ou sigilosos.
  • Usar nomes genéricos: títulos como relatório final ou base jurídica dificultam busca e manutenção.
  • Não revisar agendamentos: destinatários podem mudar de função, sair da empresa ou deixar de participar do fluxo.
  • Exportar sem critério: escolha o formato conforme uso, e não apenas por hábito.

Uma política simples pode resolver grande parte desses problemas. Defina responsável por cada relatório, periodicidade de revisão, padrão de nome, público autorizado, finalidade e campos mínimos. Esse cuidado transforma o relatório em ferramenta de governança, não apenas em arquivo gerado automaticamente.

Perguntas frequentes sobre Gerador de Relatórios

O que é o Gerador de Relatórios do Projuris Empresas?

Gerador de Relatórios é o recurso do Projuris Empresas que permite criar, personalizar, compartilhar e agendar relatórios jurídicos a partir dos dados da plataforma. Ele organiza campos, filtros, formatos e permissões para apoiar gestão de processos, contratos, solicitações e indicadores do departamento jurídico.

Para que serve um relatório jurídico automatizado?

Gerador de Relatórios serve para transformar dados jurídicos em informações úteis para decisão, auditoria e acompanhamento operacional. Com automação, a equipe reduz coleta manual, evita versões divergentes e entrega informações periódicas para diretoria, compliance, financeiro ou áreas internas com critérios padronizados.

Quais formatos de arquivo o Gerador de Relatórios oferece?

Gerador de Relatórios permite selecionar formatos como CSV, DOCX, HTML, PDF e XLSX, além de compactação em ZIP quando necessário. CSV e XLSX favorecem análises, PDF atende comitês e registros formais, DOCX apoia textos editáveis e HTML facilita visualização rápida.

É possível agendar envio automático de relatórios?

Gerador de Relatórios permite agendar envios automáticos com data e hora de início, recorrência diária, semanal, mensal ou anual e prazo de término. Também permite definir destinatários, pausar envios em cenários aplicáveis e manter entregas recorrentes sem depender de lembretes manuais.

O Gerador de Relatórios respeita permissões de acesso?

Gerador de Relatórios respeita permissões configuradas por perfil e restrições globais. Usuários visualizam e selecionam apenas campos autorizados, e dados ocultos não aparecem em relatórios destinados a perfis sem permissão. Essa lógica ajuda a reduzir riscos de exposição indevida.

Como escolher os campos de um relatório jurídico?

Gerador de Relatórios deve ser configurado com campos alinhados à finalidade do relatório. Para diretoria, priorize indicadores, valores, status e riscos. Para operação, inclua responsáveis, prazos e tarefas. Evite campos sem uso prático, pois excesso de informação reduz clareza e aumenta risco.

Relatórios jurídicos ajudam na conformidade com a LGPD?

Gerador de Relatórios ajuda na conformidade quando a empresa usa filtros, permissões e campos necessários à finalidade do tratamento. A LGPD exige segurança, necessidade e prestação de contas, conforme arts. 6º e 46 da Lei 13.709/2018, mas a governança também depende de políticas internas.

Como garantir previsibilidade e segurança para sua operação jurídica?

Para garantir previsibilidade e segurança, o jurídico deve padronizar relatórios, revisar permissões, documentar finalidades e automatizar envios recorrentes. O Gerador de Relatórios permite definir o que entregar, para quem enviar e quando gerar, com controle de acesso e melhor rastreabilidade.

O Gerador de Relatórios traz previsibilidade para o jurídico porque substitui o improviso de planilhas por um fluxo organizado, auditável e escalável. A equipe define campos, filtros, destinatários e periodicidade, mantendo a informação alinhada ao mesmo padrão de gestão.

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Tiago Fachini - Especialista em marketing jurídico

Mais de 300 mil ouvidas no JurisCast. Mais de 1.200 artigos publicados no blog Jurídico de Resultados. Especialista em Marketing Jurídico. Palestrante, professor e um apaixonado por um mundo jurídico cada vez mais inteligente e eficiente. Siga @tiagofachini no Youtube, Instagram e Linkedin.

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