PROJURIS ADV é um software jurídico de gestão para escritórios de advocacia, enquadrado como programa de computador nos termos do art. 1º da Lei 9.609/1998. Na prática, centraliza dados, prazos, documentos e rotinas, o que reduz falhas operacionais e apoia deveres profissionais de organização e sigilo.
Ao avaliar um sistema jurídico, a banca não deve apenas visualizar telas ou assistir a uma demonstração curta. O teste precisa reproduzir a rotina real do escritório: cadastro de clientes, processos, prazos, documentos, intimações, indicadores, tarefas e controle financeiro.
Esse cuidado evita uma contratação baseada em impressão superficial. Durante o período de teste, a equipe pode simular atendimentos, fazer captura de processos por OAB, inserir processos manualmente, agendar capturas e analisar relatórios de produtividade.
Também convém testar agenda, painel de controle, relatórios jurídicos, permissões de usuários, licenças de uso e módulo financeiro. Esses pontos ajudam a verificar se a ferramenta atende à operação do escritório, e não apenas a uma necessidade isolada.
As novidades de outubro de 2019 foram estruturadas justamente para qualificar essa experiência. O objetivo foi aproximar o trial da rotina de uso, permitindo que advogados, sócios, assistentes e equipe administrativa avaliem o sistema com dados, tarefas e fluxos mais próximos da realidade.
Como navegar por este conteúdo?
Este conteúdo reúne as principais novidades de outubro de 2019 e explica como elas se conectam à gestão jurídica. A navegação abaixo direciona para onboarding, produção de documentos, captura de andamentos, teste do sistema e materiais sobre softwares jurídicos.
- Onboarding de novos clientes: para começar bem no PROJURIS ADV
- Propositor de documentos: mais modelos para você usar
- Captura de andamentos processuais: alerta!
- Teste o PROJURIS ADV e descubra as novidades agora
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Como o onboarding do PROJURIS ADV ajuda novos clientes?
O onboarding orienta o primeiro uso do sistema, libera convites para a equipe e inclui etapas essenciais, como cadastro de profissionais e captura de intimações. Com isso, o escritório testa o software em fluxo colaborativo, antes de decidir como incorporá-lo à rotina.
A primeira impressão de um software jurídico costuma influenciar a decisão de contratação. Por isso, a experiência de trial precisa mostrar benefícios operacionais para o escritório, como organização de dados, acompanhamento de publicações e distribuição de tarefas.
A mudança de outubro de 2019 partiu de uma premissa simples: a decisão sobre tecnologia jurídica raramente depende de uma única pessoa. Mesmo quando um sócio centraliza a compra, advogados, estagiários, controladoria jurídica e área financeira usam a ferramenta diariamente.
Por esse motivo, o novo onboarding permite que o responsável pelo trial convide colegas do escritório já no primeiro acesso. Cada colaborador pode navegar, testar tarefas e avaliar se a ferramenta favorece sua rotina específica.
Na prática, um advogado contencioso pode verificar processos e publicações; a controladoria pode observar prazos e agenda; o setor administrativo pode analisar relatórios e dados financeiros. Essa avaliação conjunta torna o diagnóstico mais concreto e reduz resistência interna na implantação.
A nova etapa também facilita o cadastro de dados profissionais, como OAB e unidade federativa. Essas informações influenciam rotinas de busca processual e publicações, além de apoiar o controle de responsabilidades por advogado, cliente, área ou processo.
O segundo ponto do onboarding envolve a captura de intimações. O sistema lista os nomes informados na etapa anterior, além do responsável pelo cadastro, para que a banca selecione quem terá monitoramento durante o teste.
Esse recurso tem impacto direto na gestão de prazos. O art. 272 do CPC (Lei 13.105/2015) trata das intimações dos atos processuais, enquanto o art. 231 do CPC define regras para o início da contagem em diferentes modalidades de comunicação. A boa organização evita perda de prazo e retrabalho.
Também se deve observar o art. 224 do CPC (Lei 13.105/2015), que disciplina a contagem dos prazos processuais, e o art. 219 do CPC, que determina a contagem em dias úteis para prazos processuais civis. Um sistema bem parametrizado ajuda a equipe a acompanhar essas regras com mais segurança.
Após selecionar os profissionais, o sistema fica pronto para uso. O escritório pode testar processos, tarefas, agenda e documentos. Para experimentar essa etapa, o link original permanece disponível: Teste agora o melhor sistema para advogados.
Como o propositor de documentos melhora a produção de peças?
O propositor de documentos usa modelos e variáveis para acelerar a criação de peças jurídicas sem eliminar a revisão técnica do advogado. Ele aproveita dados já cadastrados no sistema, reduz digitação repetitiva e padroniza documentos conforme a rotina do escritório.
Uma das demandas mais recorrentes em escritórios é automatizar a produção de peças jurídicas. Essa automação não substitui a análise jurídica, mas reduz tarefas mecânicas, como preenchimento de qualificação, número do processo, vara, comarca, datas e informações do cliente.
O propositor de documentos permite incluir variáveis em dados e em seções do documento-base. Ao vincular uma peça a uma tarefa processual, o advogado escolhe o conteúdo aplicável, e o sistema preenche informações com base nos cadastros já armazenados.
Exemplo prático: em uma ação de despejo, o escritório pode manter campos variáveis para locador, locatário, endereço do imóvel, valor do aluguel, índice de reajuste, débitos e pedidos. O advogado revisa fundamentos, provas e estratégia, mas evita redigitar elementos repetidos.
Essa lógica também se aplica a peças de consumidor, família, penal, trabalhista e defesa administrativa. A padronização favorece qualidade, controle interno e treinamento de novos integrantes, especialmente quando o escritório possui volume expressivo de casos semelhantes.
O uso de modelos exige revisão jurídica antes do protocolo. O art. 77 do CPC (Lei 13.105/2015) impõe deveres às partes e procuradores, incluindo a exposição dos fatos conforme a verdade e a não formulação de pretensão destituída de fundamento. Modelos ajudam, mas não dispensam responsabilidade técnica.
O art. 80 do CPC (Lei 13.105/2015) ainda caracteriza hipóteses de litigância de má-fé. Por isso, a automação precisa funcionar como apoio operacional, não como geração automática sem análise. O advogado deve ajustar pedidos, provas, causa de pedir e enquadramento jurídico ao caso concreto.
Para ampliar a base de uso, outubro de 2019 trouxe dez novos modelos pré-cadastrados, validados por profissionais da área. A lista inclui peças de consumidor, penal, trabalho, cível, família e defesa administrativa, cobrindo demandas frequentes em escritórios de pequeno e médio porte.
Também vale consultar materiais externos de apoio, como Modelos de peças para baixar gratuitamente. Esses conteúdos servem como referência inicial, desde que a banca adapte cada documento ao caso, às provas e ao entendimento do tribunal competente.
- Consumidor
- Ação de responsabilidade por vício do produto cumulada com danos morais e materiais.
- Ação de obrigação de fazer cumulada com pedido de condenação em danos morais.
- Penal
- Queixa-crime.
- Relaxamento de prisão.
- Trabalho
- Recurso ordinário.
- Consignação em pagamento.
- Cível
- Ação de despejo.
- Ação anulatória de leilão extrajudicial.
- Família
- Dissolução de união estável cumulada com partilha de bens.
- Defesa administrativa
- Defesa contra auto de infração de trânsito.
Ao estruturar modelos, a banca deve definir responsáveis por atualização, revisão e aprovação. Mudanças legislativas, alterações de entendimento dos tribunais e novas teses exigem manutenção contínua. Um modelo desatualizado pode gerar pedidos inadequados, omissão de documentos ou perda de oportunidade processual.
Como funciona o alerta de captura de andamentos processuais?
O alerta de captura de andamentos processuais informa o consumo da franquia quando o usuário agenda, habilita ou edita uma captura automática. Com isso, o escritório acompanha o uso contratado e evita surpresas na gestão de processos monitorados.
A captura de andamentos recebeu melhorias em meses anteriores. Nas novidades de setembro de 2019, o blog explicou iniciativas para facilitar o gerenciamento dessas publicações dentro do sistema e apoiar o acompanhamento processual.
Em outubro de 2019, o sistema passou a emitir alerta de consumo da franquia sempre que o usuário escolhe uma das três ações principais: agendar uma nova captura automática, habilitar uma captura desabilitada ou editar informações de uma captura existente.
- Agendar uma nova captura automática de andamentos.
- Habilitar uma captura anteriormente desabilitada.
- Editar informações de uma captura existente.
Esse aviso ajuda a banca a relacionar estratégia processual e custo operacional. Um escritório pode decidir monitorar todos os processos ativos, mas também pode priorizar ações com maior risco, processos estratégicos, demandas com prazos frequentes ou carteiras de maior volume.
A funcionalidade se conecta à rotina de controladoria jurídica. Quando a equipe sabe quais processos consomem franquia, consegue revisar cadastros duplicados, encerrar monitoramentos desnecessários e manter atenção sobre processos críticos. O ganho não está apenas na economia, mas no controle.
O acompanhamento de publicações e movimentações também reduz risco de perda de prazo. Ainda assim, o escritório deve manter conferência humana. O CPC (Lei 13.105/2015) disciplina prazos e intimações, mas falhas de cadastro, inconsistências em tribunais e variações de sistemas eletrônicos podem exigir revisão manual.
A jurisprudência brasileira aplica a lógica de que nulidades processuais dependem de demonstração de prejuízo, regra positivada no art. 282, § 1º, do CPC (Lei 13.105/2015). Portanto, controlar intimações, publicações e andamentos evita discussões posteriores sobre ciência, prazo e dano processual.
O alerta também contribui para auditoria interna. Se um coordenador habilita capturas em lote, a equipe consegue identificar o impacto na franquia. Se um advogado edita dados de processo, o sistema sinaliza que aquela alteração pode afetar o consumo contratado.
Além da melhoria no alerta, outubro acrescentou a SEFAZ, Secretaria de Estado da Fazenda de Pernambuco, à lista de instituições integradas. Para bancas que atuam em contencioso tributário ou administrativo, integrações desse tipo podem facilitar o monitoramento de procedimentos e comunicações relevantes.
Como testar o PROJURIS ADV com critério?
O teste do PROJURIS ADV deve seguir um roteiro prático: cadastrar usuários, simular processos reais, configurar intimações, criar tarefas, gerar documentos e avaliar relatórios. Esse método mostra se o software atende à rotina do escritório antes da contratação.
Um bom teste começa pela seleção de casos representativos. A banca pode escolher um processo cível, um trabalhista, um procedimento administrativo e um caso consultivo. Essa amostra permite observar se cadastros, prazos, documentos e comunicações atendem áreas diferentes do escritório.
Depois, convém cadastrar usuários com perfis distintos. Sócios podem avaliar indicadores e delegação; advogados podem testar agenda e peças; assistentes podem verificar tarefas; financeiro pode observar cobranças e relatórios. A decisão melhora quando cada área registra percepções objetivas.
Em seguida, a equipe deve simular um fluxo completo: cadastrar cliente, inserir processo, associar responsáveis, configurar captura, criar tarefa, gerar minuta, revisar documento e registrar providência. Esse passo a passo mostra onde há ganho de tempo e onde a equipe precisa ajustar processos internos.
Também é recomendável comparar a experiência com melhorias anteriores. O blog registrou Novidades: gestão de processos e captura de andamentos e, no mês anterior, Aplicativo para celular e edição de documentos. Essa evolução mostra como funcionalidades mudam com o tempo.
Quem testou o sistema em período anterior pode repetir a avaliação, porque novos recursos alteram a experiência. O ideal é documentar critérios, como facilidade de uso, aderência a prazos, qualidade dos relatórios, gestão de documentos, segurança e capacidade de integração com a rotina do escritório.
Para acessar o ambiente de avaliação, permanece disponível o teste do software jurídico da Softplan. O escritório deve usar o período para explorar recursos, registrar dúvidas e comparar o sistema com suas necessidades reais.
Quais cuidados legais envolvem dados, documentos e intimações?
Softwares jurídicos tratam dados pessoais, documentos processuais e informações sigilosas. Por isso, a banca deve observar LGPD, sigilo profissional, controle de acesso e governança de documentos ao configurar usuários, permissões, capturas e modelos de peças.
A Lei Geral de Proteção de Dados, Lei 13.709/2018, define dado pessoal no art. 5º, I, e dado pessoal sensível no art. 5º, II. Escritórios podem lidar com dados de saúde, biometria, filiação sindical, origem racial, dados financeiros e informações de crianças ou adolescentes.
O art. 6º da LGPD estabelece princípios como finalidade, adequação, necessidade, segurança e prevenção. Na prática, o escritório deve conceder acesso apenas a quem precisa, revisar permissões de usuários desligados e evitar armazenamento de dados sem relação com o mandato ou serviço jurídico.
O art. 46 da LGPD determina que agentes de tratamento adotem medidas de segurança, técnicas e administrativas aptas a proteger dados pessoais. Em software jurídico, isso se traduz em senhas fortes, perfis de acesso, revisão periódica de usuários, controle de documentos e orientação da equipe.
Também se aplica o sigilo profissional da advocacia. O art. 34, VII, da Lei 8.906/1994, Estatuto da Advocacia, prevê infração disciplinar por violação de sigilo profissional. Logo, tecnologia e governança precisam caminhar juntas, especialmente em ambientes com equipes grandes ou atuação remota.
Ao automatizar documentos, o escritório deve manter revisão técnica. Ao capturar intimações, deve conferir dados e prazos. Ao convidar usuários para o trial, deve limitar informações sensíveis. Essas medidas transformam o PROJURIS ADV em apoio à gestão, sem afastar a responsabilidade profissional do advogado.
Perguntas frequentes sobre PROJURIS ADV
PROJURIS ADV é um software jurídico para gestão de escritórios de advocacia, com recursos para processos, prazos, documentos, tarefas, relatórios, intimações e indicadores. Ele organiza informações em um ambiente único e apoia a rotina operacional, sem substituir a análise técnica do advogado.
PROJURIS ADV usa onboarding para orientar o primeiro acesso, convidar usuários, cadastrar dados profissionais e configurar rotinas iniciais. Essa etapa reduz dúvidas de implantação e permite que a equipe teste o sistema com fluxos semelhantes aos usados no escritório.
PROJURIS ADV permite selecionar profissionais com OAB e UF cadastradas para configurar captura de intimações durante o teste. A funcionalidade ajuda a simular a rotina de acompanhamento de publicações, mas a equipe deve conferir prazos conforme o CPC e regras do tribunal.
PROJURIS ADV não substitui a revisão jurídica. O propositor usa modelos e variáveis para acelerar minutas, mas o advogado deve validar fatos, fundamentos, pedidos, documentos e estratégia. Essa revisão evita peças genéricas e reduz risco de inconsistência processual.
PROJURIS ADV usa a franquia de captura para controlar a quantidade de processos monitorados automaticamente, conforme o plano contratado. O alerta informa o consumo quando o usuário agenda, habilita ou edita uma captura, facilitando a gestão operacional da banca.
PROJURIS ADV deve ser testado com processos simulados ou dados adequados, usuários com permissões compatíveis e atenção à LGPD. A banca precisa avaliar prazos, documentos, relatórios, segurança, usabilidade e aderência aos fluxos reais antes de decidir pela contratação.
Qual é a conclusão sobre as novidades do PROJURIS ADV?
As novidades de outubro de 2019 reforçam três frentes: início de uso mais colaborativo, produção de documentos mais ágil e controle mais claro da captura de andamentos. Esses recursos ajudam escritórios a testar tecnologia com base em rotina, risco e produtividade.
O PROJURIS ADV evoluiu naquele ciclo para tornar o trial mais fiel ao dia a dia da advocacia. A melhor avaliação acontece quando a equipe testa cadastros, intimações, documentos, tarefas, relatórios e alertas com método, sempre preservando sigilo, segurança e responsabilidade técnica.
Para acompanhar conteúdos sobre softwares jurídicos, gestão e produtividade, acesse a página de materiais e soluções da página do software jurídico e mantenha a equipe atualizada sobre recursos que podem apoiar a operação do escritório.



