Software jurídico é sistema computacional usado para gerir dados, processos e rotinas jurídicas, nos termos do art. 1º da Lei 9.609/1998 e do art. 5º, I, da LGPD (Lei 13.709/2018). Na prática, a troca de sistema exige governança, segurança da informação e validação dos dados migrados.
Se o escritório ainda controla atividades por planilhas, ou usa um sistema que já não atende à operação, a mudança precisa seguir um método. Migrar sem planejamento aumenta o risco de dados inconsistentes, duplicidades, perda de histórico, falhas em prazos e dificuldade para localizar informações estratégicas.
A migração para o PROJURIS ADV pode ocorrer por planilhas, apoio do suporte ou banco de dados, conforme a origem das informações. Antes do passo a passo, veja por que a escolha do sistema pesa tanto na continuidade operacional e por que o PROJURIS ADV é apresentado como o melhor sistema jurídico do mercado.
Como mudar de software jurídico com segurança?
Mudar de software jurídico com segurança exige inventariar dados, limpar informações antigas, definir responsáveis, escolher o modelo de importação e testar os registros antes de usar o sistema em produção. Esse cuidado protege dados pessoais, reduz retrabalho e preserva a rastreabilidade exigida pela LGPD e pela rotina profissional da advocacia.
O primeiro passo consiste em mapear quais informações o escritório precisa levar para o novo sistema: pessoas, processos, atendimentos, andamentos, tarefas, documentos e responsáveis. Depois, a equipe deve identificar campos obrigatórios, formatos de datas, duplicidades, registros incompletos e dados sensíveis que pedem controle de acesso.
A LGPD (Lei 13.709/2018) não impede a migração, mas exige base legal, finalidade, necessidade e segurança. Escritórios lidam com dados de clientes, partes, testemunhas e terceiros. Por isso, a migração deve respeitar controles internos, permissões de usuários e registro mínimo das decisões tomadas durante o processo.
Como navegar por este conteúdo?
Este guia organiza a troca de sistema em etapas práticas, da escolha da ferramenta até a importação de pessoas e processos. Use os atalhos abaixo para revisar requisitos do sistema, formatos de migração, checklist de dados e procedimentos específicos dentro do PROJURIS ADV.
- O que o melhor software jurídico do mercado precisa ter?
- PROJURIS ADV: quais os benefícios do melhor programa para escritório de advocacia
- Migração de dados para software jurídico
- Migração de planilhas jurídicas para sistema jurídico para escritórios de advocacia
- Como fazer essa importação?
- Conversão de banco de dados para planilhas
- Checklist para migração
- Importação de pessoas
- Importação de processos
- Andamentos
- Tarefas
- Como fazer a importação de pessoas no PROJURIS ADV
- Como fazer importação de processos judiciais no PROJURIS ADV – Software jurídico
- Como fazer importação de processos por número CNJ
- Quer saber mais novidades sobre software jurídico? Faça abaixo seu cadastro no PROJURIS ADV e receba nossos materiais em seu e-mail.
O que o melhor software jurídico do mercado precisa ter?
O melhor software jurídico precisa combinar desempenho, segurança, usabilidade, gestão de processos, controle de prazos, comunicação com clientes e recursos de produtividade. Para escritórios de advocacia, a ferramenta também deve facilitar auditoria interna, organização documental e tratamento adequado de dados pessoais conforme a LGPD.
A segurança das informações costuma orientar a decisão de troca. Um sistema jurídico concentra dados pessoais, documentos, estratégias processuais, histórico financeiro e comunicações. O art. 46 da LGPD (Lei 13.709/2018) exige medidas técnicas e administrativas capazes de proteger dados contra acessos não autorizados e situações acidentais ou ilícitas.
Também entram na avaliação a facilidade de uso e a capacidade de centralizar rotinas. Um bom sistema permite cadastrar clientes, registrar atendimentos, monitorar processos, controlar agenda, distribuir tarefas, consultar andamentos e gerar documentos sem espalhar informações por arquivos desconectados.
Outro critério envolve continuidade. Escritórios não podem parar a operação por causa da troca de sistema. Por isso, o fornecedor deve explicar como ocorre a importação, quais formatos aceita, quais dados entram automaticamente, quais exigem validação manual e quais limitações podem aparecer no projeto.
O PROJURIS ADV busca alinhar essas necessidades por meio de funcionalidades para gestão do escritório, controle de processos, organização de tarefas e comunicação. A análise prévia evita contratar apenas por preço ou aparência da interface, quando a prioridade deveria envolver operação, segurança e qualidade dos dados.
PROJURIS ADV: quais os benefícios do melhor programa para escritório de advocacia?
O PROJURIS ADV reúne recursos para gestão jurídica em nuvem, mobilidade, captura processual, agenda, tarefas, área do cliente e apoio à produção de documentos. Esses recursos ajudam o escritório a centralizar informações, reduzir controles paralelos e manter uma rotina mais previsível durante e depois da migração.
Na segurança, o PROJURIS ADV usa armazenamento em nuvem e hospedagem na AWS, plataforma de computação em nuvem da Amazon. Esse modelo permite acesso remoto e reduz dependência de computadores locais, desde que o escritório também controle senhas, perfis de usuários e boas práticas internas.
A mobilidade complementa essa estrutura. Pelo aplicativo do PROJURIS ADV, a equipe pode consultar processos, cadastrar pessoas, registrar atendimentos, verificar compromissos e comentar andamentos. Essa disponibilidade ajuda advogados que atuam em audiências, reuniões externas e rotinas híbridas.
Na gestão processual, o sistema permite captura de processos em tribunais e exibe andamentos recentes no painel de controle. Isso facilita a leitura diária da carteira, reduz consultas manuais e ajuda a equipe a priorizar providências urgentes, sem depender exclusivamente de planilhas ou e-mails.
O sistema também apoia a comunicação com clientes. No desktop, permite compartilhar informações por WhatsApp e e-mail; no mobile, amplia o compartilhamento por aplicativos. A área do cliente permite que o escritório libere acesso para acompanhamento de informações, sem expor dados que devam permanecer internos.
Na produção jurídica, o propositor de documentos, os recursos de inteligência artificial e as funcionalidades de tarefas e compromissos ajudam a padronizar entregas. O ganho real depende da configuração adequada, da qualidade dos modelos usados e da disciplina da equipe em registrar informações no sistema.
Como funciona a migração de dados para software jurídico?
A migração de dados para software jurídico envolve extrair informações da origem, organizar os arquivos, validar campos, importar registros e conferir resultados. No PROJURIS ADV, o escritório pode trabalhar com planilhas, apoio do suporte ou conversão de banco de dados, conforme volume, complexidade e sistema anterior.
Se o escritório usa planilhas, a importação tende a ser mais direta. Ainda assim, a equipe deve revisar nomes, CPFs, CNPJs, datas, endereços, grupos de trabalho, partes, responsáveis e números CNJ antes do envio. Uma planilha organizada reduz erros e acelera a conferência.
Quando os dados vêm de outro sistema, a equipe precisa avaliar o formato de exportação. Alguns sistemas permitem gerar planilhas; outros entregam backup de banco de dados. Nessa etapa, convém registrar quais dados sairão da ferramenta antiga e comparar com os campos aceitos no novo sistema.
Como migrar planilhas jurídicas para sistema jurídico para escritórios de advocacia?
No PROJURIS ADV, o escritório pode migrar dados de pessoas, processos, andamentos e tarefas. O próprio usuário pode realizar a importação, desde que siga o modelo da planilha e preencha os campos conforme as regras do sistema. A equipe de suporte pode orientar o preenchimento quando necessário.
A preparação deve começar pela higienização. Remova duplicidades, corrija nomes, normalize CPFs e CNPJs, padronize datas no formato DD/MM/AAAA e revise campos de endereço. Essa etapa evita que o novo sistema receba problemas antigos e os transforme em inconsistências permanentes.
Como fazer essa importação?
Antes de importar, faça uma triagem e valide as informações. Depois, escolha o modelo: importação por planilhas pelo usuário, importação por planilhas com suporte do PROJURIS ADV ou importação por banco de dados. A escolha depende do volume, da origem e da complexidade dos dados.
- Por planilhas pelo usuário: o próprio escritório preenche os modelos e realiza a importação no sistema.
- Por planilhas com suporte PROJURIS ADV: a equipe orienta o processo e ajuda a tratar dúvidas sobre campos e formatos.
- Por banco de dados: o projeto usa backup do sistema anterior e exige análise técnica prévia.
Como funciona a conversão de banco de dados para planilhas?
A conversão de banco de dados para planilhas exige análise do modelo do sistema de origem, extração dos dados, compatibilização com o modelo do PROJURIS ADV e posterior importação. Esse trabalho costuma ser mais técnico porque cada sistema organiza tabelas, campos e vínculos de maneira diferente.
O serviço pode variar conforme volume de dados e sistema de origem. Durante a negociação, informe o sistema atual, o volume aproximado e os dados que deseja migrar. Após análise, a equipe indica se realiza a migração, informa valores aplicáveis ou sugere parceiro técnico.
Qual checklist usar para migração?
O checklist de migração deve respeitar a ordem lógica das dependências. Primeiro, importe pessoas; depois, processos; por fim, tarefas e andamentos. Essa sequência evita processos sem partes vinculadas, tarefas sem identificador e históricos associados a registros inexistentes.
- Pessoas.
- Processos.
- Tarefas e andamentos.
Como preparar a importação de pessoas?
Na importação de pessoas, revise se cada registro indica Pessoa Física ou Pessoa Jurídica, nome, CPF ou CNPJ, categoria, gênero, profissão, endereço, data de nascimento, estado civil, estado e banco. O sistema ignora duplicidades quando encontra cadastro igual ou CPF/CNPJ já existente.
O sistema aceita categorias, profissões e bancos já cadastrados. Se houver valores novos, cadastre-os antes nos cadastros gerais. Para endereço, preencha número apenas com numerais, salvo hipóteses como S/N ou KM. O estado civil deve seguir a nomenclatura aceita, como Casado, Divorciado, Solteiro, União Estável e Viúvo.
Como preparar a importação de processos?
Importe processos somente após as pessoas. Informe grupo de trabalho, partes, responsáveis, estado abreviado, probabilidade de ganho e número CNJ quando houver. CPFs e CNPJs não devem aparecer repetidos indevidamente, pois esse erro prejudica vínculos e pode gerar inconsistência na carteira.
Se o usuário não indicar responsáveis, o sistema atribui responsabilidade a quem realizou a importação. Para diferenciar demandas judiciais e extrajudiciais, revise o campo tipo de órgão julgador. A coluna Nome parte Cliente deve repetir a informação usada como Parte Ativa ou Parte Passiva.
Como importar andamentos?
Nos andamentos, informe se o registro pertence a processo ou atendimento. Revise datas, descrições, origem e visibilidade na área do cliente. A coluna Ocultar na Área do Cliente deve receber Sim ou Não, conforme a estratégia de comunicação e o nível de informação que o escritório deseja liberar.
Como importar tarefas?
Nas tarefas, use o identificador interno do processo ou atendimento do PROJURIS ADV, ou o número CNJ do processo. Se o tipo de tarefa não existir, o sistema cria o tipo. Depois, ajuste a contagem de prazos em Cadastros Gerais e Tipos de Tarefa, quando necessário.
Como fazer a importação de pessoas no PROJURIS ADV?
Para importar pessoas no PROJURIS ADV, acesse o painel de controle, use a engrenagem no canto superior direito e selecione importação de dados. Depois, baixe a planilha de pessoas, preencha os campos, envie o arquivo e confira o status de cada linha importada.
Após baixar a planilha, abra o arquivo no computador e preencha os dados do escritório. Salve a versão final, volte ao PROJURIS ADV, escolha o módulo Pessoas, clique no campo de envio, selecione a planilha e inicie a importação.
O arquivo aparece na parte inferior da tela com status pendente. Quando a importação termina, o sistema emite aviso de conclusão. Em seguida, abra o registro da importação para verificar se as linhas aparecem como importadas com sucesso.
Se o sistema apontar importado com erro, acesse a aba correspondente, clique na seta de detalhes e leia a causa. Corrija a planilha, remova o arquivo anterior quando necessário e refaça o envio. Se o erro persistir, acione o suporte com o arquivo e a mensagem exibida.
Como fazer importação de processos judiciais no PROJURIS ADV?
A importação de processos judiciais no PROJURIS ADV depende da organização prévia das pessoas, partes, responsáveis e dados processuais. O escritório deve conferir número CNJ, instância, grupo de trabalho, posição das partes e vínculo com clientes antes de enviar a planilha ao sistema.
O procedimento segue a mesma lógica da importação de pessoas: usar o modelo indicado, preencher os campos obrigatórios, enviar o arquivo e acompanhar o status. A principal diferença está na dependência entre registros. O processo precisa encontrar pessoas e grupos compatíveis para criar vínculos corretos.
Durante a conferência, verifique processos sem parte cliente, responsáveis ausentes, números CNJ incompletos e estados preenchidos fora do padrão. Esses erros costumam aparecer quando a equipe copia dados de planilhas antigas sem limpeza prévia. Corrigir antes do envio economiza tempo de retrabalho.
Como fazer importação de processos por número CNJ?
A importação por número CNJ permite cadastrar processos a partir de uma planilha com os números desejados. Após o envio, o PROJURIS ADV busca os processos nos tribunais e inclui os registros na rotina de monitoramento, com cobrança conforme as regras de captura de andamentos.
Para iniciar, acesse a Central de captura processual e clique em Nova Captura. O sistema exibirá um formulário. Escolha a opção de envio de planilha e prepare o arquivo com a primeira coluna contendo o número CNJ e a segunda coluna contendo a instância.
A instância deve indicar 1 ou 2. Quando o arquivo não informa a instância, o sistema considera primeira instância. Após o envio, aguarde alguns minutos para que o sistema realize a captura e cadastre os processos automaticamente na base.
Antes de usar essa opção em grande volume, revise a qualidade dos números CNJ. Um dígito incorreto pode impedir a localização do processo ou gerar inconsistência. Também confirme quais tribunais entram no monitoramento e quais processos demandam conferência manual.
Perguntas frequentes sobre software jurídico
Software jurídico deve ser escolhido com base em segurança, gestão de processos, controle de prazos, usabilidade, suporte, recursos de migração e conformidade com a LGPD. Antes da contratação, mapeie a rotina do escritório, teste funcionalidades essenciais e confirme quais dados o sistema importa automaticamente.
Software jurídico normalmente importa dados por modelos de planilha. O escritório deve limpar duplicidades, padronizar datas, conferir CPFs e CNPJs, preencher campos obrigatórios e seguir a ordem pessoas, processos, tarefas e andamentos. Depois do envio, revise linhas importadas com sucesso e linhas com erro.
Software jurídico PROJURIS ADV permite importar, conforme o modelo indicado, dados de pessoas, processos, andamentos e tarefas. A importação depende do preenchimento correto das planilhas e da existência de categorias, profissões, grupos de trabalho e demais cadastros compatíveis com o sistema.
Software jurídico trata dados pessoais de clientes, partes e terceiros, por isso a migração precisa respeitar a LGPD (Lei 13.709/2018). O escritório deve limitar acessos, manter finalidade definida, evitar dados desnecessários e adotar medidas de segurança previstas no art. 46 da lei.
Software jurídico pode permitir importação por número CNJ quando integra captura processual. No PROJURIS ADV, o escritório envia uma planilha com número CNJ e instância. O sistema busca os processos nos tribunais e inclui os registros na rotina de monitoramento.
Software jurídico deve ser conferido após a importação. Revise pessoas duplicadas, processos sem partes, responsáveis incorretos, prazos, tarefas criadas, andamentos visíveis ao cliente e números CNJ. Essa checagem reduz inconsistências e melhora a confiabilidade da base antes do uso diário.
Como saber mais novidades sobre software jurídico?
Para mudar de software jurídico com segurança, trate a migração como projeto: defina responsáveis, prepare dados, escolha o método, valide resultados e documente decisões. Esse processo protege a operação do escritório e melhora a confiabilidade das informações que orientarão prazos, atendimentos e decisões internas.
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