O Projuris Empresas integra com ERP e outras ferramentas corporativas para conectar informações e organizar os fluxos de trabalho do departamento jurídico. A solução conta com o Hub de Integrações, ambiente que permite consultar, ativar e gerenciar conectores disponíveis, além de oferecer um canal para sugerir novas integrações.
Quando os sistemas de uma empresa não compartilham informações, o jurídico pode depender de planilhas, e-mails e cadastros manuais para acompanhar contratos, processos e fornecedores. A integração entre ferramentas ajuda a reduzir esse retrabalho e melhora a circulação de dados entre as áreas, respeitando as regras e os recursos de cada conexão.
Como funciona a integração entre ERP e software jurídico?
A integração entre um ERP e um software jurídico conecta informações de diferentes áreas da empresa, facilitando o compartilhamento de dados e a organização dos processos internos. O Projuris Empresas pode se integrar a sistemas de gestão empresarial, como SAP, TOTVS, Omie, entre outros, conforme a viabilidade técnica e as necessidades de cada operação.
Essa conexão permite aproximar a gestão jurídica de áreas como financeiro, compras, vendas e recursos humanos. Dependendo do escopo da integração, informações sobre clientes, fornecedores, contratos e movimentações financeiras podem circular entre os sistemas, reduzindo a necessidade de cadastros manuais e facilitando o acompanhamento das demandas jurídicas.
Entre os benefícios que uma integração pode proporcionar estão:
- Menos retrabalho: redução da necessidade de cadastrar as mesmas informações em diferentes sistemas.
- Consistência dos dados: maior alinhamento entre os registros mantidos pelas áreas da empresa.
- Fluxos mais organizados: conexão entre informações corporativas e atividades do departamento jurídico.
- Rastreabilidade: acompanhamento dos dados e das atualizações conforme os recursos disponíveis em cada integração.
O funcionamento depende da compatibilidade entre os sistemas, das informações que precisam ser compartilhadas e das regras definidas para a conexão. Por isso, a empresa deve avaliar os requisitos técnicos de cada cenário e distinguir as integrações desenvolvidas sob demanda dos conectores nativos disponíveis no Hub de Integrações do Projuris Empresas.
Como o Projuris Empresas se conecta a outros sistemas?
O Projuris Empresas disponibiliza o Hub de Integrações, ambiente que reúne conectores para conectar o sistema a ferramentas utilizadas na rotina corporativa. A plataforma apresenta informações sobre cada integração, incluindo sua finalidade, categoria, status e detalhes de configuração.
Entre os conectores documentados estão:
- Assinatura eletrônica: D4Sign, ClickSign, DocuSign e Projuris Sign.
- Inteligência artificial: Claude e ChatGPT, para consultar informações jurídicas diretamente nas ferramentas, conforme os recursos disponíveis.
- Produtividade: Outlook Calendar, para visualizar compromissos cadastrados na Agenda do Projuris com sincronização automática.
- ERP: Sienge, com sincronização de clientes e credores para o módulo de Entidades do Projuris Empresas.
A disponibilidade de cada conexão depende do conector e de seus requisitos. O Hub também permite sugerir integrações que ainda não estão disponíveis, mas o envio de uma sugestão não garante sua implementação nem estabelece um prazo para disponibilização.
Como ativar uma integração no Projuris Empresas?
A configuração de uma integração disponível começa pela identificação do conector adequado no Hub de Integrações. O processo é realizado no próprio Projuris Empresas, com etapas que variam conforme a ferramenta selecionada.
De forma geral, o fluxo de ativação segue estas etapas:
- Acesse o Hub de Integrações: entre pelo menu lateral da tela inicial ou pelo caminho Painel de Controle > Hub de Integrações.
- Consulte os detalhes do conector: verifique sua finalidade, os requisitos e as informações de configuração.
- Aceite os termos e condições: a aceitação é obrigatória para ativar um conector.
- Configure a conexão: forneça as informações de autenticação e os parâmetros solicitados pela integração.
- Finalize a configuração: conclua o processo para que o sistema inicie o processamento da integração.
Após a ativação, o usuário pode consultar o status da conexão no Hub. A documentação diferencia integrações disponíveis, conectadas e gerenciadas por parceiros, o que ajuda a identificar o estado de cada conector.
Antes de desconectar uma integração, a empresa deve avaliar os efeitos da ação. A desconexão interrompe a sincronização e invalida as credenciais, exigindo uma nova configuração para restabelecer a conexão.
Como funciona a integração entre Sienge e Projuris Empresas?
A integração entre Sienge e Projuris Empresas conecta o ERP especializado em construção civil ao sistema jurídico para sincronizar cadastros de clientes e credores. A conexão é ativada pela própria empresa no Hub de Integrações e alimenta o módulo de Entidades do Projuris Empresas.
O fluxo ocorre do Sienge para o Projuris Empresas. Quando um cliente ou credor é criado ou atualizado no ERP após a ativação, os dados correspondentes são sincronizados com o sistema jurídico. Os clientes são registrados como entidades do tipo Cliente, enquanto os credores são cadastrados como Fornecedores.
Entre as informações sincronizadas estão nome ou razão social, CPF ou CNPJ, tipo de pessoa, endereço, telefone e e-mail. Para entidades do tipo Fornecedor, a integração também contempla dados bancários, conforme o escopo documentado.
Essa conexão permite que o jurídico utilize cadastros originados no ERP para relacioná-los a contratos, processos e outros registros da área, sem depender da reprodução manual dessas informações. O Sienge permanece como fonte de origem dos cadastros sincronizados.
Para conhecer os requisitos, os dados contemplados e as etapas de ativação, consulte o conteúdo sobre a integração entre Sienge e Projuris Empresas.
E quando a empresa precisa integrar outro ERP?
Quando o ERP utilizado não aparece entre os conectores disponíveis no Hub, a empresa deve verificar a viabilidade de uma integração específica. Essa avaliação considera as características técnicas dos sistemas, os dados necessários, as regras de negócio e os requisitos de segurança.
APIs, web services e outras interfaces técnicas podem viabilizar a comunicação entre aplicações compatíveis. No entanto, a existência desses recursos não significa que qualquer sistema possa ser conectado automaticamente ao Projuris Empresas. Cada cenário precisa de avaliação para definir o escopo e os requisitos da implementação.
O Hub também oferece a opção Sugerir integração, por meio da qual o usuário informa o nome da ferramenta, sua categoria e a finalidade da conexão desejada. A equipe de produto avalia a viabilidade técnica e estratégica da proposta, considerando fatores como demanda, complexidade e alinhamento com o planejamento do produto. Essa distinção ajuda a empresa a separar os conectores já disponíveis das possibilidades que ainda dependem de análise ou desenvolvimento.
Quais cuidados jurídicos e de LGPD a integração exige?
A integração entre o Projuris Empresas e outros sistemas corporativos exige planejamento sobre finalidade, acesso, segurança e compartilhamento de dados. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Lei nº 13.709/2018, estabelece regras para o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, e deve orientar o desenho dessas conexões.
O artigo 6º da LGPD prevê princípios como finalidade, adequação, necessidade e segurança, na prática, isso significa que a empresa deve definir quais informações precisam circular entre o ERP e o jurídico, por que o compartilhamento é necessário e quem poderá consultar ou alterar esses dados.
O artigo 7º também estabelece as hipóteses legais que autorizam o tratamento de dados pessoais, cuja aplicação depende das circunstâncias de cada operação.
A segurança exige medidas técnicas e administrativas para proteger as informações, o artigo 46 da LGPD trata da proteção contra acessos não autorizados, perda, alteração e outras formas de tratamento inadequado ou ilícito. Por isso, autenticação, controle de permissões, registros de acesso e procedimentos para lidar com incidentes devem fazer parte do planejamento da integração.
O Marco Civil da Internet, Lei nº 12.965/2014, também aborda a proteção de registros, dados pessoais e comunicações privadas. Seu artigo 10 esta
Como a integração contribui para auditorias e provas digitais?
Uma integração bem documentada pode facilitar auditorias e a verificação de operações jurídicas, desde que os sistemas registrem informações relevantes sobre as movimentações realizadas. Logs, históricos de alterações, registros de aprovação e documentos eletrônicos ajudam a reconstruir o percurso de uma informação entre as áreas da empresa.
O Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) admite, em seu artigo 369, os meios legais e moralmente legítimos de prova. O artigo 441 também trata da admissibilidade de documentos eletrônicos, observadas as regras aplicáveis à sua autenticidade e conservação.
Isso não significa que todo registro produzido por um sistema será automaticamente aceito como prova suficiente: sua força probatória depende das circunstâncias e da análise do caso concreto.
Para apoiar a rastreabilidade, a empresa deve definir como os sistemas registram as operações, quem pode alterar informações e como os documentos são preservados. Esses controles também podem contribuir para os programas de integridade previstos na Lei nº 12.846/2013, conhecida como Lei Anticorrupção, especialmente quando ajudam a documentar aprovações, responsabilidades e procedimentos internos.
Como escolher a integração mais adequada para o jurídico?
A escolha deve começar pelo processo que a empresa pretende melhorar. Se o objetivo é sincronizar cadastros de clientes e fornecedores de uma operação de construção civil, por exemplo, a integração com o Sienge atende a esse escopo específico.
Se a necessidade envolve assinaturas eletrônicas, consultas com ferramentas de inteligência artificial ou compromissos de agenda, outros conectores podem ser mais adequados.
Antes de iniciar a configuração, vale verificar:
- Quais informações precisam circular entre os sistemas;
- Qual ferramenta será a fonte de origem dos dados;
- Quais requisitos de autenticação e permissões precisam ser atendidos;
- Se o conector disponível contempla o fluxo desejado;
- Quais cuidados de segurança e governança se aplicam à operação.
Com esses critérios definidos, a empresa consegue avaliar as opções com mais clareza e evitar expectativas incompatíveis com o funcionamento de cada integração.
Conheça o Projuris Empresas e descubra como o sistema pode apoiar a gestão jurídica corporativa, conectando informações e ferramentas conforme as necessidades da sua operação.
Perguntas frequentes sobre a integração do Projuris Empresas com ERP
1) O Projuris Empresas integra com qualquer ERP?
Não necessariamente. O Projuris Empresas oferece conectores específicos pelo Hub de Integrações. Para sistemas que não aparecem entre as opções disponíveis, é possível sugerir uma integração, cuja viabilidade será avaliada pela equipe de Produto.
2) Quais sistemas podem ser integrados ao Projuris Empresas?
O Hub de Integrações disponibiliza conectores para ferramentas como Sienge, D4Sign, ClickSign, DocuSign, Projuris Sign, Claude, ChatGPT e Outlook Calendar. Cada integração possui uma finalidade e requisitos próprios.
3) Como funciona a integração entre Sienge e Projuris Empresas?
A integração sincroniza clientes e credores cadastrados no Sienge com o módulo de Entidades do Projuris Empresas. Dessa forma, os dados podem ser utilizados na gestão jurídica sem a necessidade de reproduzir manualmente os cadastros contemplados pela conexão.