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Rebranding Projuris: a nova Plataforma de Inteligência Legal

Entenda o rebranding Projuris, a nova marca, propósito, valores e visão da Plataforma de Inteligência Legal no Brasil.

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Rebranding Projuris é a atualização estratégica da marca, identidade e posicionamento da empresa, com proteção jurídica vinculada ao registro marcário previsto nos arts. 2º e 129 da Lei 9.279/1996. Na prática, orienta comunicação, cultura, tecnologia e relacionamento com clientes sem romper a continuidade da operação.

Em 5 de julho de 2021, a Projuris iniciou uma nova etapa pública de sua história. O movimento consolidou um trabalho iniciado em 2020 e apresentou uma marca renovada, uma visão atualizada, novos valores e um propósito mais conectado às necessidades de departamentos jurídicos, escritórios de advocacia e empresas.

A mudança não significou abandonar a trajetória construída por mais de uma década. A empresa manteve sua essência, sua relação com clientes e sua atuação no mercado jurídico, mas ampliou o posicionamento: deixou de se apresentar apenas como software jurídico e passou a se reconhecer como Plataforma de Inteligência Legal.

Esse reposicionamento dialoga com um mercado regulado por normas de propriedade industrial, proteção de dados, software e contratos digitais. Por isso, uma mudança de marca em uma legaltech exige clareza de identidade, coerência de comunicação e atenção a ativos intangíveis, como nome empresarial, marca, domínio, bases de dados, sistemas e reputação.

O que mudou no rebranding Projuris?

O rebranding Projuris mudou a forma de apresentar a empresa ao mercado: a marca passou a comunicar tecnologia, inteligência, simplicidade e eficiência para a rotina jurídica. A alteração preservou a história da Projuris, mas ampliou seu papel como plataforma capaz de conectar pessoas, dados, processos e decisões legais.

Ao longo de mais de uma década, a Projuris buscou modificar os resultados de profissionais e empresas. Essa jornada mostrou que advogados, gestores jurídicos, controllerias, áreas financeiras e lideranças corporativas enfrentam gargalos semelhantes: excesso de tarefas manuais, baixa visibilidade de riscos, dificuldade para organizar documentos e pouca integração entre times.

O processo de mudança nasceu dessa escuta. A Projuris identificou que o mercado não precisava apenas de uma ferramenta para registrar processos, contratos ou documentos. As equipes precisavam de uma plataforma que reduzisse complexidade, organizasse informações e apoiasse decisões com dados confiáveis.

Por isso, a marca passou a expressar uma visão mais ampla. A Projuris continua sendo Projuris, mas assume um posicionamento compatível com o momento de inovação vivido pelo setor jurídico. O objetivo é tornar a operação legal mais simples, objetiva e eficiente, sem perder a proximidade humana.

O vídeo de lançamento do rebranding permanece como registro desse marco institucional. Assista ao vídeo de apresentação da nova marca Projuris para visualizar como identidade, narrativa e propósito foram traduzidos para o público.

Por que uma legaltech realiza uma mudança de marca?

Uma legaltech realiza uma mudança de marca quando sua identidade visual e narrativa já não traduzem todo o valor entregue ao mercado. No caso da Projuris, a evolução de software para Plataforma de Inteligência Legal exigiu uma comunicação mais aderente à tecnologia, à gestão de dados e à experiência dos usuários.

Na prática, um rebranding bem estruturado ajuda clientes a compreenderem o escopo real da solução. Um departamento jurídico, por exemplo, pode usar a plataforma para controlar processos judiciais, organizar contratos, acompanhar prazos, gerar relatórios gerenciais e integrar informações relevantes para tomada de decisão.

Esse movimento também possui dimensão jurídica. A marca integra o patrimônio imaterial da empresa, conforme a lógica de proteção da Lei 9.279/1996. O art. 129 atribui a propriedade da marca ao registro validamente expedido, enquanto o art. 195 trata de atos de concorrência desleal que podem afetar reputação e posicionamento.

Como o novo propósito orienta a atuação da Projuris?

O novo propósito da Projuris, Expandir o Desempenho Humano, orienta a criação de soluções que liberam pessoas de tarefas repetitivas e ampliam sua capacidade analítica. A tecnologia passa a funcionar como meio para que profissionais dediquem mais tempo a estratégia, relacionamento, prevenção de riscos e decisões qualificadas.

Durante sua história, a Projuris tornou-se uma ponte entre clientes e o ecossistema de tecnologia voltada a serviços jurídicos e legais. Essa posição permitiu ouvir demandas de empresas, escritórios e departamentos jurídicos que lidam com volume crescente de informações, documentos, prazos e obrigações regulatórias.

O propósito nasce dessa escuta. Quando a plataforma automatiza uma rotina de cadastro, centraliza documentos ou organiza indicadores, ela reduz desperdício operacional. O ganho não se resume à velocidade. Ele permite que pessoas concentrem energia em atividades que exigem interpretação, negociação, criatividade e julgamento profissional.

Um exemplo prático ocorre na gestão de contratos. Sem padronização, a equipe jurídica pode perder prazos de renovação, deixar de monitorar cláusulas sensíveis ou responder lentamente a áreas internas. Com tecnologia, o fluxo de solicitação, revisão, aprovação e arquivamento ganha previsibilidade, histórico e controle.

Outro exemplo está no contencioso. A centralização de processos e prazos reduz dependência de planilhas paralelas, melhora a rastreabilidade das providências e fortalece a prestação de contas à diretoria. Isso ajuda o jurídico a demonstrar valor por meio de dados, não apenas por volume de demandas atendidas.

Como esse propósito conversa com deveres jurídicos e regulatórios?

A rotina jurídica moderna precisa respeitar normas como a Lei Geral de Proteção de Dados, Lei 13.709/2018, alterada pela Lei 13.853/2019, que criou a Autoridade Nacional de Proteção de Dados. O art. 6º da LGPD exige princípios como finalidade, necessidade, segurança, prevenção e responsabilização.

Quando uma plataforma jurídica organiza acessos, registros, documentos e responsabilidades, ela contribui para governança da informação. Isso não elimina obrigações legais do controlador ou do operador, previstas nos arts. 37 a 39 da LGPD, mas oferece meios para documentar operações e reduzir riscos de perda de dados.

Também existe relação com a Lei 9.609/1998, que protege programas de computador, e com a Lei 12.965/2014, o Marco Civil da Internet, especialmente em temas como registros de acesso, privacidade e segurança. Até 2025, essas normas seguem relevantes para contratos de tecnologia, uso de sistemas e proteção de ativos digitais.

Quais valores passaram a guiar a cultura da Projuris?

Os valores que guiam a cultura da Projuris são inconformismo, eficiência, respeito, empatia proativa e proximidade. Eles estruturam decisões internas e externas, orientam o relacionamento com clientes e traduzem o compromisso da empresa com inovação responsável, melhoria contínua e colaboração entre tecnologia e pessoas.

Para alcançar o propósito de expandir o desempenho humano, a Projuris acrescentou dois valores à sua cultura: empatia proativa e proximidade. Esses valores se somam a inconformismo, eficiência e respeito, formando um conjunto de princípios aplicáveis ao produto, ao atendimento e à operação.

  • Inconformismo: desafiar o estabelecido, buscar soluções melhores e evitar que rotinas ineficientes sejam tratadas como inevitáveis.
  • Eficiência: atingir resultados com menor perda de recursos, reduzindo retrabalho, dispersão de dados e tarefas manuais sem valor estratégico.
  • Respeito: reconhecer diferenças, individualidade, contextos profissionais e limites de cada pessoa envolvida na relação com a tecnologia.
  • Empatia proativa: reconhecer necessidades, compreender problemas e agir para resolvê-los antes que se tornem barreiras para clientes e colaboradores.
  • Proximidade: estar perto das pessoas, acompanhar clientes e colaboradores e construir soluções a partir de necessidades reais.

Esses valores também têm reflexo prático na experiência do cliente. Um sistema jurídico pode conter muitos recursos, mas só gera valor quando responde a problemas concretos. Proximidade e empatia proativa ajudam a identificar fricções, ajustar fluxos e priorizar melhorias que afetam a rotina de quem usa a plataforma.

Na perspectiva de gestão, eficiência não significa apenas fazer mais em menos tempo. Significa usar recursos de forma racional, documentar decisões, medir indicadores e criar processos que possam ser auditados. Em empresas reguladas, essa organização favorece conformidade, rastreabilidade e prestação de contas.

Como os valores se conectam à responsabilidade de uma marca?

Marcas não comunicam apenas estética. Elas constroem expectativas, confiança e reputação. A Súmula 227 do Superior Tribunal de Justiça reconhece que pessoa jurídica pode sofrer dano moral, o que demonstra a relevância jurídica da reputação empresarial em disputas que envolvem imagem, credibilidade e identidade.

Por isso, valores declarados precisam aparecer em práticas consistentes. Atendimento próximo, comunicação transparente, segurança da informação e melhoria contínua ajudam a reduzir assimetria entre promessa e entrega. Em contratos empresariais, boa-fé objetiva e função social, previstas nos arts. 421 e 422 do Código Civil, Lei 10.406/2002, reforçam essa coerência.

Qual é a nova visão da Projuris como Plataforma de Inteligência Legal?

A nova visão da Projuris é ser a legaltech número 1 do Brasil, com tecnologia capaz de simplificar a rotina jurídica e apoiar empresas em decisões legais mais eficientes. Essa visão combina experiência acumulada, conhecimento do mercado e soluções voltadas a departamentos jurídicos, escritórios e organizações.

A frase institucional apresentada no rebranding foi: “Ser a legaltech número 1 do Brasil”. A visão é ousada, mas se apoia em trajetória, experiência, conhecimento jurídico aplicado e tecnologia voltada à solução de problemas reais da operação legal.

Uma Plataforma de Inteligência Legal se diferencia por integrar dados e fluxos. Em vez de tratar cada atividade como uma ilha, ela permite que informações de processos, contratos, documentos, solicitações internas e indicadores gerenciais conversem entre si. Essa integração melhora previsibilidade e reduz dependência de controles manuais.

Para gestores jurídicos, a consequência prática aparece em relatórios mais confiáveis. A área consegue acompanhar volume de demandas, tipos de risco, prazos críticos, desempenho de escritórios parceiros, valores provisionados e status de contratos. Esses dados fortalecem a comunicação com diretoria, finanças, compliance e demais áreas de negócio.

Para escritórios de advocacia, a plataforma contribui para padronizar rotinas, organizar carteiras de clientes, controlar tarefas, registrar andamentos e melhorar colaboração entre equipes. A tecnologia não substitui a análise jurídica, mas reduz obstáculos operacionais que dificultam a entrega de um serviço consistente.

Quais cuidados jurídicos uma empresa deve observar em um rebranding?

Um rebranding exige planejamento jurídico antes, durante e depois do lançamento. O primeiro passo consiste em pesquisar disponibilidade da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. O art. 124 da Lei 9.279/1996 lista sinais não registráveis e ajuda a evitar escolhas que possam gerar indeferimento ou conflito.

O segundo passo envolve proteger domínios, perfis institucionais, materiais comerciais e contratos. A empresa deve atualizar políticas, propostas, termos de uso e documentos que mencionem a identidade anterior. Quando há tratamento de dados pessoais, a LGPD exige transparência sobre finalidades, controladores e canais de atendimento ao titular.

O terceiro passo envolve comunicação com clientes e parceiros. A mudança deve explicar continuidade operacional, canais oficiais e impactos práticos. Essa medida reduz risco de confusão, fraudes, uso indevido da marca e dúvidas sobre obrigações contratuais vigentes.

O quarto passo é monitorar o mercado após o lançamento. Se terceiros reproduzirem sinais distintivos, usarem nomes semelhantes ou criarem confusão comercial, a empresa pode avaliar medidas administrativas, notificações extrajudiciais e ações judiciais, conforme a Lei 9.279/1996 e as circunstâncias do caso.

Como o rebranding Projuris impacta clientes, colaboradores e o mercado jurídico?

O rebranding Projuris impacta clientes, colaboradores e mercado jurídico ao tornar mais claro o papel da empresa: conectar tecnologia, inteligência e pessoas para reduzir burocracia. A mudança facilita o entendimento da proposta de valor e reforça a continuidade do relacionamento com usuários da plataforma.

Para clientes, o impacto aparece na leitura da marca e na percepção do produto. A Projuris comunica que não entrega apenas funcionalidades isoladas, mas uma plataforma voltada ao ciclo de trabalho jurídico. Isso ajuda empresas a relacionarem tecnologia com governança, eficiência e gestão de riscos.

Para colaboradores, o rebranding funciona como referência cultural. Propósito, valores e visão servem como critérios para priorizar projetos, orientar decisões e avaliar condutas. Em uma empresa de tecnologia, essa clareza ajuda equipes de produto, atendimento, marketing, vendas, jurídico e gestão a trabalharem com linguagem comum.

Para o mercado, a mudança sinaliza maturidade da tecnologia jurídica no Brasil. Legaltechs deixaram de ocupar papel periférico e passaram a atuar na infraestrutura de gestão das áreas legais. Esse movimento exige responsabilidade, segurança, documentação e respeito a normas aplicáveis ao ambiente digital.

Também há impacto competitivo. Uma marca bem posicionada diferencia a empresa sem recorrer a promessas indevidas. No setor jurídico, essa prudência importa porque decisões legais dependem de fatos, provas, estratégia e normas aplicáveis. A tecnologia organiza o trabalho, mas não garante resultado judicial.

Quais procedimentos recomendados ajudam a executar um rebranding com segurança?

Um rebranding seguro segue etapas objetivas: diagnóstico de marca, análise jurídica, validação estratégica, atualização de ativos digitais, comunicação aos públicos e monitoramento pós-lançamento. Esse roteiro reduz riscos de conflito marcário, inconsistência documental, perda de confiança e ruído na relação com clientes.

  1. Mapear a identidade atual: levantar nome, logotipo, slogans, domínios, perfis sociais, contratos, materiais comerciais e documentos que contenham a marca.
  2. Pesquisar anterioridade: verificar bases do INPI, nomes empresariais, domínios e usos de mercado para identificar riscos de colidência.
  3. Definir posicionamento: alinhar propósito, valores, visão e proposta de valor para evitar uma mudança apenas estética.
  4. Atualizar documentos: revisar contratos, políticas, propostas, termos de uso, apresentações e comunicações institucionais.
  5. Comunicar públicos: explicar o que mudou, o que permanece e quais canais oficiais devem ser usados por clientes e parceiros.
  6. Monitorar uso indevido: acompanhar menções, registros, domínios semelhantes e possíveis práticas de concorrência desleal.

Não existe prazo legal único para concluir um rebranding, mas cada etapa possui efeitos práticos. O pedido de registro de marca perante o INPI segue procedimento administrativo próprio, com publicação, prazo para oposição e análise técnica. Contratos e políticas devem ser atualizados antes ou junto do lançamento público.

Quando a empresa opera com software, também convém revisar licenças, propriedade intelectual, termos de suporte, níveis de serviço e responsabilidades. A Lei 9.609/1998 protege o programa de computador pelo regime de direito autoral, enquanto contratos definem escopo de uso, limitações, confidencialidade e obrigações das partes.

Perguntas frequentes sobre rebranding Projuris

O que é o rebranding Projuris?

Rebranding Projuris é o processo de atualização da marca, do posicionamento e da comunicação institucional da empresa. A mudança apresentou a Projuris como Plataforma de Inteligência Legal, preservando sua história e ampliando sua proposta para integrar tecnologia, dados, gestão jurídica e experiência humana.

Quando a Projuris reformulou sua marca?

Rebranding Projuris foi apresentado publicamente em 5 de julho de 2021, após um processo trabalhado desde 2020. A data marcou a divulgação de nova marca, novo propósito, novos valores e nova visão, conectando a trajetória da empresa à evolução do mercado de tecnologia jurídica.

Qual é o novo propósito da Projuris?

Rebranding Projuris consolidou o propósito Expandir o Desempenho Humano. A ideia é usar tecnologia para reduzir complexidade e liberar profissionais de tarefas repetitivas, permitindo que advogados, gestores jurídicos e equipes corporativas dediquem mais tempo a análise, estratégia e relacionamento.

Quais são os valores da Projuris após o rebranding?

Rebranding Projuris manteve inconformismo, eficiência e respeito, além de acrescentar empatia proativa e proximidade. Esses cinco valores orientam decisões internas, relacionamento com clientes, desenvolvimento de produto e formas de atendimento, sempre com foco em simplificar a rotina jurídica.

O que significa ser uma Plataforma de Inteligência Legal?

Rebranding Projuris usa Plataforma de Inteligência Legal para indicar uma solução que organiza dados, documentos, prazos, contratos, processos e indicadores jurídicos. O conceito supera a ideia de ferramenta isolada e apoia decisões mais informadas dentro de escritórios, departamentos jurídicos e empresas.

Quais leis devem ser observadas em um rebranding?

Rebranding Projuris envolve temas regulados pela Lei 9.279/1996, sobre propriedade industrial, pela Lei 13.709/2018, sobre proteção de dados, pela Lei 9.609/1998, sobre software, e pelo Código Civil, Lei 10.406/2002, especialmente em contratos, boa-fé e reputação empresarial.

O que o rebranding Projuris representa para o futuro?

O rebranding Projuris representa uma etapa de amadurecimento: a empresa reafirma sua identidade, amplia sua visão e posiciona a tecnologia como instrumento para simplificar o trabalho jurídico. A marca renovada conecta história, inovação, cultura e compromisso com pessoas que constroem a rotina legal das organizações.

Marcas lembram que algo maior une pessoas, clientes, colaboradores e parceiros. No caso da Projuris, esse elo passa pela busca de eficiência, pela eliminação de burocracia desnecessária e pela valorização do desempenho humano. A evolução visual e estratégica comunica um compromisso de longo prazo.

A Projuris mudou, mas continua sendo Projuris. O rebranding Projuris consolida uma identidade preparada para o futuro da gestão jurídica, com a ambição de ser a legaltech número 1 do Brasil e a responsabilidade de contribuir para um mercado mais simples, objetivo, seguro e eficiente.

Tiago Fachini - Especialista em marketing jurídico

Mais de 300 mil ouvidas no JurisCast. Mais de 1.200 artigos publicados no blog Jurídico de Resultados. Especialista em Marketing Jurídico. Palestrante, professor e um apaixonado por um mundo jurídico cada vez mais inteligente e eficiente. Siga @tiagofachini no Youtube, Instagram e Linkedin.

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