O conceito de organização está mudando (e o ProJuris tem tudo a ver com isso)

É uma ironia que conhecimentos técnicos acerca do Direito não sejam a maior dificuldade dos profissionais jurídicos durante um dia de trabalho. Estas barreiras ou foram superadas na academia ou são cotidianamente resolvidas com estudos, pesquisas e jurisprudência.

O que atrapalha muitas vezes o trabalho do advogado (e de todas as outras profissões) são características básicas do ambiente de trabalho, como a comunicação, relacionamento interpessoal e organização. Um erro grave cometido nesse sentido pode pôr tudo a perder, prejudicando a relação profissional direta (mal atendimento, revelia, atraso da requisição) e indiretamente (falta de esclarecimento da situação do processo, prolongamento da resolução do processo devido a atrasos).

No caso dos dois primeiros (comunicação e relacionamento interpessoal), é importante que o advogado cultive a empatia, sobre a qual já falamos e em uma matéria especial sobre inteligência emocional, onde além de empatia, abordamos automotivação, relações sociais e outras características de um profissional inteligente emocionalmente.

Agora precisamos falar sobre organização e como ela está mudando atualmente, em um mercado onde tudo está se transformando e atualizando e que, consequentemente, transforma até mesmo um conceito tão basilar quanto a organização.

 

Para começar: o que você entende por organizado? Provavelmente isso:

Se você encontrasse os documentos do seu escritório desta forma diria que estão organizados, certo? Afinal, cada coisa está no seu lugar. Não há nenhum papel perdido por aí e para localizar um processo, por exemplo, basta abrir a gaveta e lá estarão todos eles, organizados alfabeticamente. Você então precisa apenas dedilhar as pastas até encontrar o cliente desejado, com todos os seus documentos anexos. Depois disso, bastaria pegar sua agenda e conferir se algo está marcado para hoje. Ou seja, esse cenário passa a impressão de organização.

Uma coisa é certa, há sim organização no exemplo acima, mas não o tipo mais moderno. E com isso queremos propor algo mais prático, tecnológico e minimalista, ambos conceitos que definem muito como é o comportamento hoje das organizações, desde sua postura ao espaço físico. Esta evolução do conceito de organização pode ser um pouco melhor compreendida no gif abaixo:

Neste caso, há não apenas uma centralização das atividades na tecnologia, mas um redesenho de uma proposta organizacional para um ambiente de trabalho. Neste caso, para o seu ambiente de trabalho. E claro, o ProJuris tem tudo a ver com isso. Um software jurídico é uma tecnologia, ou seja, ele é criado para que as pessoas possam executar suas tarefas do dia a dia (principalmente as repetidas exaustivamente) de maneira mais fácil.

Se você é um advogado de escritório, é possível dividir cada cliente seu por pasta e incluir dentro desta todos os documentos referente ao(s) seu(s) processo(s). Além disso, sua agenda e a agenda dos outros colaboradores podem ser facilmente administradas pelo sistema.  Se você trabalha em um departamento, a gestão de requisições é feita toda digitalmente (sem precisar de anotações) e a gestão de contratos nem precisa, tecnicamente, de papel.

Considerar o sistema na sua carreira e na vida do seu escritório é uma tarefa positiva sobre diversos aspectos, desde praticidade e produtividade até do ponto de vista de organização e da responsabilidade que esta organização trás.

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